sábado, 13 de agosto de 2022

Bolsonaro vai às lágrimas com discurso de Michelle na Marcha para Jesus no Rio de Janeiro


O presidente Jair Bolsonaro se emocionou e chorou ao ouvir o discurso da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, durante a cerimônia da Marcha para Jesus no Sambódromo do Rio de Janeiro. Em seu testemunho, Michelle Bolsonaro agradeceu pelas orações dos cristãos e afirmou: “o estado é laico mas eu sou cristã, e vou louvar o meu senhor até o meu último dia de vida. E nós vamos sim, trazer o Senhor para o governo e vamos declarar que o Brasil é do Senhor”. 

A primeira-dama afirmou que o papel assumido pela família foi uma missão de Deus, e disse: “não queremos estar aqui. É uma missão, é um propósito”. Ela afirmou que entendeu o chamado de Deus para lutar pela nossa nação e disse: “Essa nação é abençoada e vai ser, sim, celeiro de bênçãos para outras nações, assim como já é”. 

Com o pretexto da pandemia, até mesmo a liberdade de culto foi restringida no Brasil, assim como as liberdades de ir e vir, de trabalhar, e as liberdades de expressão e imprensa. Cidadãos que expressem suas opiniões ou manifestem apoio ao presidente são alvo de intensa perseguição, podendo ser alvos de prisões, buscas e apreensões, censura e até mesmo confisco. 

Em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, “matérias”, “reportagens” e “relatórios” produzidos pela velha imprensa contra seus adversários políticos ou concorrentes são aceitas como provas, sem questionamento, e servem como pretexto para devassas em pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”. O resultado das devassas é compartilhado com a velha imprensa, que então expõe seus concorrentes apresentando atos banais como se fossem crimes, em matérias que servem como base para novos atos contra a concorrência.

Em uma decisão monocrática em um inquérito administrativo, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar a renda de sites e canais conservadores para impedir suas atividades, com o respaldo e aplauso dos ministros do STF Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. [z39] A Folha Política tem toda a sua renda confiscada desde 1º de julho de 2021. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator. 

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