sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Deputadas levam delação de general venezuelano sobre Lula à PGR e pedem cancelamento do registro do PT


As deputadas Carla Zambelli e Major Fabiana, acompanhadas por um grupo de apoiadores e aliados políticos, levaram à Procuradoria-Geral da República um pedido de cancelamento do registro do Partido dos Trabalhadores. Em vídeo divulgado por suas redes sociais, a deputada Carla Zambelli explica que já fez o pedido ao Ministério Público Eleitoral, que recusou-se a investigar alegando que o pedido se baseava apenas em notícias jornalísticas. O órgão não tem problemas em atender a esse tipo de pedido quando a “denúncia” é contra representantes da direita. 

Zambelli explicou que o pedido apresentado à Procuradoria-Geral da República tem mais provas e evidências, inclusive uma carta redigida pela advogada do general Hugo Carvajal, que admitiu ter enviado recursos para Lula. 

A deputada Major Fabiana explicou que, na delação, o general afirmou que enviava recursos ao Partido dos Trabalhadores com o uso de malas diplomáticas, sem qualquer fiscalização. A deputada disse: “eles realmente burlavam o ordenamento jurídico para financiamento de campanhas”. A deputada afirmou que o PT “deliberadamente afronta a democracia, desrespeita os brasileiros e historicamente vem contribuindo para que a corrupção seja enraizada nesse país”.

O ativista Dárcio Bracarense, que participa do grupo, explicou: “Nosso time, a Liga da Lealdade, está protocolando uma nova denúncia, agora com documentos ainda mais comprometedores que dão conta da subordinação do PT a entidades internacionais e, também, do financiamento oriundo de alianças ‘cabulosas’. Esperamos que seja feita uma ampla investigação, contudo, ainda que os órgãos de controle sejam tomados por uma súbita letargia, teremos um documento público que registra o momento brasileiro”.

As denúncias contra o Partido dos Trabalhadores, dando conta da relação do partido com grupos internacionais, já se acumulam há muitos anos e não são alvo de investigação por parte da Justiça Eleitoral, que também ignora atos como a formação de “brigadas digitais” para o impulsionamento de mensagens. 

A Justiça Eleitoral, entretanto, é bem ativa para “fiscalizar” cidadãos que apoiem o presidente Jair Bolsonaro ou mesmo jornais que noticiem ações do chefe de Estado. Recentemente, o Ministério Público Eleitoral pediu a censura de um vídeo do presidente da República, assim como de veículos da velha imprensa que o reproduziram. Em contraste com o que ocorre com a imprensa conservadora independente, o pedido não incluiu o confisco de recursos dos veículos da velha imprensa, limitando-se à mera censura.

Em uma decisão monocrática em um inquérito administrativo, o ex-corregedor do TSE, Luis Felipe Salomão, mandou confiscar a renda de jornais, sites e canais conservadores, entre os quais a Folha Política, para impedir suas atividades. A decisão, que vem sendo mantida pelo atual corregedor, Mauro Campbell Marques, confisca todos os rendimentos de pessoas e empresas obtidos pela monetização de vídeos do youtube. Há mais de 13 meses, todos os nossos rendimentos são retidos sem base legal. O confisco não obedece a qualquer critério relativo aos temas abordados, evidenciando que trata-se de censura direcionada a pessoas e empresas específicas. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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