segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Deputado estadual mostra vandalismo de militantes contra seu carro e faz alerta aos cidadãos


O deputado estadual Anderson Moraes mostrou, pelas redes sociais, um atentado ao seu carro, que foi pintado por um indivíduo que, aparentemente, não gostou de ver a bandeira brasileira no carro. O deputado registrou a ocorrência e afirmou que, além da queixa na área penal, vai também pedir indenização pelos danos no âmbito cível. 

Um episódio semelhante ocorreu com o deputado federal General Girão, que teve seu escritório político vandalizado por militantes de extrema-esquerda, que inclusive divulgaram imagens do vandalismo e se vangloriaram por seu “ato” na internet. O deputado explicou, repetidas vezes, que, apesar de haver pessoas assumindo a autoria do ato, as investigações não avançam. Recentemente, o deputado publicou um vídeo com militantes pichando muros e disse: “Será que o STF reconhece como Ato Antidemocrático, alguns vândalos, baderneiros e criminosos travestidos de "estudantes"? Essa é a turma que luta pela "democracia" cometendo crimes e infringindo as leis. Nunca foi tão fácil escolher um lado”. 

Esses atos, mesmo envolvendo destruição de patrimônio privado, não são vistos, pela Justiça Eleitoral, como “violência política”. A Justiça Eleitoral, entretanto, é bem ativa para “fiscalizar” cidadãos que apoiem o presidente Jair Bolsonaro ou mesmo jornais que noticiem ações do chefe de Estado. Em uma decisão monocrática em um inquérito administrativo, o ex-corregedor do TSE, Luis Felipe Salomão, mandou confiscar a renda de jornais, sites e canais conservadores, entre os quais a Folha Política, para impedir suas atividades. A decisão, que vem sendo mantida pelo atual corregedor, Mauro Campbell Marques, confisca todos os rendimentos de pessoas e empresas obtidos pela monetização de vídeos do youtube. Há mais de 13 meses, todos os nossos rendimentos são retidos sem base legal. O confisco não obedece a qualquer critério relativo aos temas abordados, evidenciando que trata-se de censura direcionada a pessoas e empresas específicas. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo e as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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