quarta-feira, 17 de agosto de 2022

Jornalista da Globo tenta encurralar ministro ao citar declaração de Bolsonaro e é rebatido com dados e fundamentos


O ministro da Cidadania, Ronaldo Bento, participou de uma entrevista coletiva, juntamente com o presidente do IPEA, para apresentar o resultado de um estudo sobre segurança alimentar e medidas de combate à fome.Quando se iniciaram as perguntas da velha imprensa, o repórter Vinícius Leal, da TV Globo, afirmou que o presidente Jair Bolsonaro, quando deputado, mostrava-se contrário ao assistencialismo do Bolsa Família, que ele teria chamado de “farelo, esmola, voto de cabresto, demagogia”, e perguntou se o presidente tinha mudado. 

Ao responder, o ministro Ronaldo Bento afirmou: “O principal ponto a ser discutido sobre o Auxílio Brasil é justamente essa mudança de conceito”. O ministro apontou que todos conhecem histórias de pessoas exercendo atividades informais que recusavam o trabalho formal para não perder o Bolsa Família. Ele disse: “justamente por isso que a gente trabalhou para ter um programa de assistência social focado na autonomia das famílias”.  

O ministro explicou que houve uma mudança de conceito, citando como exemplo o “retorno garantido”, em que uma família que obtenha renda tem a garantia de retorno caso perca essa renda. Ele explicou: “dá uma segurança à família para arriscar, para empreender”. 

Bento explicou: “Quando o presidente coloca suas observações, é em relação ao assistencialismo puro e não um programa de transferência de renda com esse propósito, esse objetivo de emancipação das famílias brasileiras. Era o que queríamos fazer para o Brasil: acabar com essa cisão que gerava o antigo programa social, de estímulo ao não-trabalho, de estímulo à não-ocupação formal, e passar a ser um auxílio, uma ajuda naquele momento, estendendo a mão amiga do estado para aquela família que está naquela situação e, a partir daí, auxiliar na promoção dessa sua autonomia e dessa sua emancipação”. 

O ministro explicou ainda que, ao agir para ajudar as famílias necessitadas no momento de dificuldade, com os maiores gastos em políticas sociais da história do país, o governo “fez com que o Brasil não tivesse um cenário de crescimento de pobreza como o que a gente observa em outras nações”. 

O ministro Ronaldo Bento também apontou que o repórter havia disseminado desinformação ao dizer que o auxílio Brasil não seria permanente e precisaria de alguma ação extra para continuar. O ministro disse: “o Auxílio Brasil é um programa permanente de transferência de renda, que começou permanente, com o valor de 400 reais, mínimo. Mais de 10 vezes o valor mínimo do Bolsa Família”. O ministro explicou que o valor médio do auxílio é 223% superior ao do Bolsa Família, e que é apenas o aumento extra para o valor de 600 reais que termina neste ano, podendo ser recriado no ano que vem. 

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