terça-feira, 23 de agosto de 2022

Jovem deputado Marcel van Hattem reage após operação ordenada por Moraes contra empresários pró-Bolsonaro: ‘Todo ditador diz que é democrata’


O deputado federal Marcel van Hattem pronunciou-se a respeito de operação determinada por Alexandre de Moraes, ministro do STF e presidente do TSE, contra empresários apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

O parlamentar encetou: “Mais uma decisão abusiva do Supremo Tribunal Federal. Eu estou chocado com o teor da decisão, conforme o que foi veiculado na imprensa. Uma série de sinais nos dão evidências claras de mais uma perseguição sendo feita. Não concordo com golpe, sou pela democracia, tanto é que sou candidato, sempre tento mostrar que a democracia é o melhor caminho em qualquer lugar do mundo”.

Nesta esteira, o congressista abordou a exorbitância de tal decisão: “O STF vai começar a mandar prender todo mundo, fazer busca e apreensão, entrar na intimidade, na privacidade das pessoas, bloquear contas bancárias? Não vai sobrar um grupo de estudantes ligados a DCE, um partido de esquerda, eles falam de ditadura de proletariado. Agora, vão começar a interferir no que as pessoas falam dentro de casa durante uma confraternização. Alguém grava e manda para o STF, que nem tem ingerência sobre quem não tem foro privilegiado?”.

Outrossim, ele abordou o estado de anormalidade que atravessa o Brasil: “Deputados combativos podem ter dificuldades e praticar autocensura. Mais uma medida abusiva do STF. Inconstitucional. Quando falo essas coisas, dou minha opinião respaldado pela minha liberdade de expressão como cidadão e pela minha imunidade parlamentar. Vou começar a praticar autocensura agora, dizer que não é inconstitucional porque ministros decidiram de forma completamente equivocada? Isso me deixa muito preocupado. Não vivemos em um momento em que podemos dizer que há normalidade das instituições, sobretudo no STF”.

Dessa maneira, ele advertiu: “Lembre-se de uma coisa que é muito importante: Todo ditador diz que é democrata. Toda ditadura diz que é democracia. A ditadura da Coreia do Norte se diz, inclusive, democrática e popular. China. Regimes de partido único, Cuba, com paredão. Todos se dizem democracias. Desconfio muito quando políticos se dizem detentores incondicionais da democracia e quem diz algo contra eles é antidemocrático (...). Estamos em um período muito difícil, vendo o cerceamento das liberdades”.

A censura que vem se intensificando no Brasil atinge unicamente conservadores e já causou o fechamento de alguns veículos de imprensa. Mas a perseguição não se limita à censura e inclui muitas outras medidas, inclusive prisões políticas, devassas, buscas e apreensões, ass*** de reputações, entre outras. 

Grupos monopolísticos e cartéis que se associam com o intuito de barrar informações contrárias ou inconvenientes atuam em conluio com a finalidade de aniquilar qualquer mídia independente, eliminando o contraditório e a possibilidade de um debate público amplo, honesto, abrangendo todos os feixes e singularidades dos mais diversos espectros políticos. Controlando as informações, o cartel midiático brasileiro tenta excluir do debate e, em última instância, da vida pública, os conservadores e os veículos que dão voz a essas pessoas. 

A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 13 meses, toda a nossa receita é retida, sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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