domingo, 21 de agosto de 2022

Pastores e deputados cristãos reagem a ataque de Lula e petistas e fazem severo alerta aos cidadãos


Em um ato de campanha no Vale do Anhangabaú, em São Paulo, o ex-presidente Lula fez uma série de ataques a lideranças religiosas, criticando os padres e pastores que se manifestam sobre a política no Brasil, em uma escalada das falas que vem fazendo contra os cristãos. O posicionamento de Lula vem causando reações entre lideranças, que passaram a explicar aos cidadãos que os valores das pessoas influenciam seu voto. 

O pastor Silas Malafaia gravou um vídeo em resposta a Lula. O pastor mostrou um trecho do ato no Anhangabaú, em que Lula dizia: “quando eu quero conversar com Deus, eu não preciso de padres e nem de pastores. Eu posso me trancar no meu quarto e conversar com Deus quantas horas eu quiser, sem pedir favor a ninguém. É assim que a gente tem que fazer para a gente não ser obrigado a escutar pessoas contando mentira quando deveria estar cuidando da fé, quando deveria estar cuidando das prioridades, quando deveria estar lendo a Bíblia decentemente e não inventando coisas”. 

Silas Malafaia respondeu: “Vá lavar essa sua boca de cach*** e pára de falar asneiras, rapaz. Quem te falou que pastores e padres são intermediários entre Deus e o homem? O mediador entre Deus e o homem é Jesus Cristo. Pastores e padres são funções de autoridade espiritual na fé cristã. Porque qualquer instituição que não tem princípio de autoridade, ela se auto-destrói”. O pastor disse ainda que, se Lula de fato entrasse em seu quarto e falasse com Deus, ele se livraria de seus vícios. 

O pastor questionou: “Quem é você? Você está ensinando o povo cristão a desobedecer a palavra de Deus? Que história é essa? E que conversa é essa que nós estamos falando mentiras? É você que falou que apoia o aborto, é você que disse que a família tradicional é atrasada, e a pauta de valores é atrasada. Que conversa é essa? E você vem querer dar lição de moral em padre e em pastor? É para o povo evangélico e o povo católico verem quem é esse cara. Ele quer menosprezar a fé, menosprezar as autoridades que Deus constituiu, ridicularizar a igreja evangélica e católica. Fica aqui a minha indignação. Que Deus nos livre desse camarada, que não tem condições morais, não tem condições mentais e emocionais para dirigir essa nação”.

O pastor e ex-senador Magno Malta também divulgou um vídeo em resposta a afirmações de Lula, que disse ser o responsável pela liberdade religiosa no País. Magno Malta lembrou que Lula apenas sancionou uma lei, após intensa pressão de parlamentares e lideranças religiosas, que alteraram o Novo Código Civil para definir o status das igrejas. Em outro vídeo, Malta rebateu a denominação de “facção” dada por Lula às igrejas. Malta disse: “aqui não existe facção. Aqui existe rebanho. Quem segue a Cristo é ovelha de um bom pastor. Existe um pastor e um rebanho. Nós não somos facção. Agora, quem é você para falar em facção?”. O ex-senador acrescentou: “Facção é você e a sua turma, que foram se revelando ao longo do tempo”, e fez uma lista de escândalos envolvendo membros do PT. 

O deputado federal Marco Feliciano, por sua vez, rebateu uma campanha do PT que reciclou vídeos antigos em que ele apoiou membros do partido. O deputado admitiu que apoiou o partido quando a ex-presidente Dilma se posicionou contra o aborto, e explicou que isso ocorreu antes dos escândalos de corrupção da sigla. O deputado disse: “eu fui enganado uma vez pelo PT. Uma vez. Não me enganarão mais”. 

Com o pretexto da pandemia, a liberdade de culto foi duramente restringida no Brasil, assim como diversas outras liberdades, em especial a liberdade de expressão. As pessoas viram seus direitos de ir e vir, de trabalhar, de se expressar, de se informar, e de se manifestar, entre outros, serem suprimidos.  Cidadãos e empresas são perseguidos em inquéritos secretos e sofrem com medidas abusivas como prisões, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais, e até mesmo confisco de propriedade. 

A renda da Folha Política e de outros sites e canais conservadores está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o apoio e respaldo dos ministros do STF Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator, em evidente censura direcionada a pessoas e empresas específicas. Há mais de 13 meses, toda a renda do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica.

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