quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Reverendo Juanribe transmite mensagem emocionante a Bolsonaro: ‘Não abaixe as mãos. A guerra ainda não acabou’


No decorrer de encontro do presidente Jair Bolsonaro com a Frente Parlamentar Evangélica na Câmara dos Deputados, o reverendo Juanribe Pagliarin fez um discurso contundente. Ele afirmou: “Deus tem uma palavra para cada um de nós, mas, em raros momentos, temos o privilégio de trazer a palavra de Deus para o mandatário. Deus manda te dizer: não abaixe as mãos, pois o Sol ainda não se pôs. A guerra ainda não acabou. Quando Moisés estava conduzindo 600 mil ex-escravos, ele libertou de um sistema político do Faraó, levando para uma promessa, uma terra maravilhosa, uma nova vida”.

O pastor relembrou a história bíblica da batalha de Jericó: “Uma nação inimiga se levantou, fortemente armada e muito mais numerosa, e se colocou na frente para impedir. Naquele momento, Moisés chamou Josué e disse: reúne os homens, vai para a guerra e subirei este monte para orar. De lá do alto do monte, Moisés ficou vendo a batalha lá embaixo, o povo de Deus parecia um rebanho de cabras diante de uma boiada furiosa, diante de búfalos. Um exército treinado, fortemente armado e muito mais numeroso. De outro lado, ex-escravos que não tinham treinamento militar, arco, flechas, lanças, escudos, armaduras”.

O pastor comparou a história bíblica com a situação do presidente, lembrando que Moisés também teve dificuldades de cumprir a tarefa, mas pediu ajuda para fazê-la, e teve sucesso. O pastor disse: “Moisés levantou as mãos e começou a orar. É por isso que Deus não quer que suas mãos sejam abaixadas. O povo de Deus, mesmo mal preparado, avançava, e o inimigo recuava (...). O senhor acabou de dizer para ninguém desejar a sua cadeira, pois ela é muito pesada. Arão ficou segurando o braço direito de Moisés e Hur segurou o outro braço, nos diz a palavra que eles ficaram com as mãos de Moisés erguidas. E isso durou até o pôr do Sol. Quando chegou o pôr do Sol, a batalha estava vencida. Não abaixe as suas mãos, presidente [Jair Bolsonaro]”.

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