sábado, 10 de setembro de 2022

Bolsonaro alerta milhares de pessoas na Cruzada Evangelística, no Rio: ‘Quando assumem o governo, a liberdade começa a ser tolhida, cada vez mais’


O presidente Jair Bolsonaro discursou durante a Cruzada Evangelística, na Arena Deodoro, no Rio de Janeiro, onde foi muito aplaudido ao ser anunciado. Bolsonaro lembrou que ele e seu governo defendem os valores conservadores e rejeitam propostas que ameacem a família.  Bolsonaro disse: “o nosso patrimônio são os nossos filhos. A escola instrui, a família educa”.

O presidente também comparou seu governo com os anteriores, pedindo que os cidadãos observem com quais países o Brasil se relaciona hoje, e lembrando para quais países o dinheiro dos brasileiros foi enviado durante os governos petistas. Bolsonaro falou sobre o controle do MST e exaltou o agronegócio, lembrando que o campo gera riquezas e os alimentos de que precisamos para sobreviver. 

Bolsonaro lembrou que a pandemia e as medidas restritivas impostas por governadores e prefeitos prejudicaram muito a economia, seguidos por uma guerra na Ucrânia que afeta todo o mundo. O presidente também mencionou a queda nos preços dos combustíveis.

O presidente falou sobre a importância de tomar decisões e da importância da decisão que os brasileiros tomarão em outubro. Ele alertou que certas ideologias oferecem liberdade no discurso, mas mudam ao assumirem o poder. O presidente disse: “quando assumem o governo, essa liberdade começa a ser tolhida, cada vez mais”. 

O presidente deu os exemplos da Venezuela e da Nicarágua, em que governos socialistas foram eleitos e agora a população sofre as consequências. Bolsonaro falou sobre as belas promessas feitas pelos socialistas e alertou: “lá atrás, davam mortadela. Agora, promete picanha. É fácil prometer”. O presidente pediu: “tomem a decisão mais certa para o futuro de todos nós”. 

No Brasil, a pretexto de combater a pandemia, até mesmo a liberdade religiosa foi restringida, juntamente com as liberdades de expressão, de imprensa, de ir e vir, e de trabalhar, entre outras. Para um grupo de cidadãos, direitos e garantias fundamentais estão suspensos: há prisões políticas, censura, apreensão e confisco de bens, sem o devido processo legal. 

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