quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Bolsonaro alfineta Lula ao expor ‘amizade íntima’ com ditador que persegue cristãos e descreve resultados na ONU


O presidente Jair Bolsonaro realizou uma transmissão ao vivo, em que relatou a sua viagem ao Reino Unido e aos Estados Unidos, em especial sua participação na cerimônia de abertura da Assembleia Geral da ONU. Ao se referir à questão dos valores dos brasileiros, que abordou em seu discurso, Bolsonaro alfinetou o ex-presidente Lula, dizendo: “somos pela liberdade de expressão e de crença em qualquer lugar do mundo. Tanto é que citei a Nicarágua e falei que o Brasil está de portas abertas para receber padres e freiras que porventura queiram vir para o Brasil. Padres estão sendo presos na Nicarágua, freiras estão sendo expulsas daquele país, cujo ditador é amigo íntimo de Lula. E o Lula, também, falou sobre isso, que não tem nada a ver com o que acontece em outros países mundo afora”. 

Bolsonaro apontou que a imprensa internacional reconheceu que seu discurso foi bastante esclarecedor, especialmente no que se refere ao meio ambiente, em que ele explicou que mais de dois terços do território brasileiro estão preservados. O presidente comparou: “o mesmo não acontece na França, por exemplo. Por 40 dias, as florestas arderam na França”. Bolsonaro lembrou que a França é um país muito menor que o Brasil e disse: “a França equivale a um terço do território do Amazonas. O presidente não conseguiu debelar o incêndio. Não vou criticar. Mas, por outro lado, a gente espera que as críticas infundadas não continuem mundo afora”. Bolsonaro acrescentou: “Lembro que a Alemanha, por exemplo, recomeçou a consumir energia suja; também é verdadeiro que, na Europa, muita gente está nas florestas catando madeira, derrubando árvores e levando para dentro de casa a madeira, para enfrentar o inverno”.

A renda deste vídeo e de todos os outros da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. O ministro Salomão decidiu, de forma monocrática e em um inquérito administrativo, confiscar toda a renda da empresa, a pretexto de impedir a divulgação de discursos que não lhe agradam. 

Sem a renda, a empresa em breve não poderá mais manter sua estrutura em funcionamento, cumprir seus compromissos financeiros e pagar seus colaboradores. Há mais de 14 meses, todos os nossos rendimentos são retidos sem qualquer justificativa jurídica.  

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