quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Bolsonaro aponta ‘podres’ de Lula diante de multidão e garante que reagirá a ilegalidades: ‘Esperem acabar as eleições: todos jogarão dentro das 4 linhas’


O presidente Jair Bolsonaro discursou a uma multidão em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, após uma “motociata” pela região. O presidente enfatizou suas diferenças com o ex-presidente Lula e com seus asseclas. Bolsonaro disse: “nós não pregamos a divisão; nós não criamos o ‘nós contra eles’”. 

O presidente afirmou que a política brasileira vem mudando, com cada vez mais pessoas de bem se dispondo a trabalhar pelo país, e alertou sobre os riscos que o país corre. Bolsonaro disse: “querem roubar a nossa liberdade, querem nos escravizar”. O presidente questionou: “como pode? Um cara diz que vai controlar a mídia, e a mídia continua apoiando esse cara”. 

Bolsonaro alertou ainda sobre os interesses externos e pediu aos cidadãos que façam comparações. Ele disse: “outros países estão de olho nessas riquezas”. O presidente apontou a situação de países com governos “amigos” do PT, como Venezuela e Argentina, e pediu: “façamos comparações; veja como está o país e como estão os países governados por amigos de Lula”. 

Bolsonaro listou algumas das pautas defendidas por Lula e pelo PT e disse: “Não tem compromisso com as nossas famílias. Quer o poder pelo poder. Ele quer fincar aqui no Brasil uma bandeira, não verde e amarela, mas uma bandeira vermelha”. O presidente lembrou que, em meio às dificuldades para superar a crise causada pela pandemia, o PT agiu para impedir a diminuição do preço dos combustíveis e também contra a criação do Auxílio Brasil. 


O presidente afirmou que, em seu governo, houve um resgate do patriotismo e afirmou: “um presidente que, cada vez mais, fala na legítima defesa e não quer desarmar o seu povo.Muito pelo contrário. Esperem acabar as eleições: todos jogarão dentro das 4 linhas. Vamos trazer essa minoria, que pensa que pode tudo, para dentro das 4 linhas da constituição”. Bolsonaro lembrou: “Eu sempre disse: as ditaduras foram precedidas de processos de desarmamento da população. Nós agimos ao contrário: povo armado jamais será escravizado. O povo tem direito à legítima defesa”. 

Quando o presidente mencionou o Supremo Tribunal Federal, a multidão respondeu com uma forte vaia. Bolsonaro disse: “nós defendemos o funcionamento de todas as instituições, mas aqueles que ousam sair fora das 4 linhas, não interessa de qual poder, têm que ser trazidos para dentro das 4 linhas. O Brasil não aceita ditadura. O Brasil luta para ter liberdade a qualquer preço”. 

No Brasil, a pretexto de combater a pandemia, até mesmo a liberdade religiosa foi restringida, juntamente com as liberdades de expressão, de imprensa, de ir e vir, e de trabalhar, entre outras. Para um grupo de cidadãos, direitos e garantias fundamentais estão suspensos: há prisões políticas, censura, apreensão e confisco de bens, sem o devido processo legal. 

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