terça-feira, 20 de setembro de 2022

Bolsonaro denuncia desvios bilionários do governo PT em discurso na ONU, cita 7 de setembro, defende liberdade e é aplaudido


O presidente Jair Bolsonaro fez o discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU, que voltou a ser presencial após dois anos. Bolsonaro iniciou alertando que o mundo se encontra em um momento que pode ser visto como um divisor de águas, e lembrou a responsabilidade da ONU em compreender o alcance do desafio e construir respostas. Bolsonaro disse: “A tarefa não é simples, mas não temos alternativa. Esse esforço tem que começar no interior de cada um dos nossos países”. 

Bolsonaro apontou que, em seu governo, o Brasil apresentou amplo progresso em diversas áreas, mesmo em meio à pandemia, já que, desde o início, optou por salvar vidas e preservar empregos simultaneamente. O presidente destacou ainda as reformas econômicas para atrair investimentos e melhorar a qualidade de vida, além do fim da corrupção sistêmica no país. Bolsonaro lembrou a corrupção nos governos de esquerda e disse: “esse é o Brasil do passado”. 

O presidente também enfatizou a importância do Brasil como produtor do agronegócio, apto a contribuir para garantir a segurança alimentar em todo o mundo, de forma sustentável e preservando o meio ambiente. Bolsonaro disse: “o Brasil é parte da solução e referência para o mundo”. O presidente lembrou que, em uma área maior que a Europa Ocidental, o Brasil mantém 80% das florestas preservadas. 

Bolsonaro falou da superioridade da matriz energética brasileira, moderna e sustentável, com potencial para se tornar um grande exportador mundial de energia limpa. Ele enfatizou que a superioridade se acentuou no momento em que países desenvolvidos voltaram a explorar combustíveis fósseis. 

O presidente alertou que “a agenda do desenvolvimento sustentável é afetada pelas ameaças à paz e à segurança nacional”. Bolsonaro lembrou que as Nações Unidas foram erguidas em meio aos escombros da Segunda Guerra mundial, com o objetivo de evitar a repetição do ciclo de destruição, e disse que, hoje, o conflito da Ucrânia serve de alerta, afirmando: “uma reforma da ONU é essencial”. Ele acrescentou: “está claro que precisamos buscar soluções inovadoras”. 

O presidente lembrou que o Brasil participou da formação da ONU e tem um longo histórico de participação em missões de paz, além de abrir suas fronteiras para os perseguidos em outros países.

Bolsonaro alertou que a tática de isolamento diplomático e econômico não tem funcionado para deter o conflito na Ucrânia, que já se estende por 7 meses e gera apreensão para todo o mundo. O presidente disse que o Brasil se posiciona contrariamente a esses mecanismos, que colocam a todos na contramão do desenvolvimento sustentável. Bolsonaro disse: “não acreditamos que o melhor caminho seja a adoção de sanções unilaterais e seletivas”. Ele acrescentou: “a solução para o conflito da Ucrânia será alcançada somente pela negociação e pelo diálogo”, e pediu que os líderes não deixem escapar nenhuma oportunidade de encerrar o conflito. 

Bolsonaro afirmou ainda que tem sido um defensor incondicional da liberdade de expressão e de religião, e ofereceu acolhida aos padres e freiras que estão sendo perseguidos na Nicarágua. 

Bolsonaro mencionou as manifestações do dia 7 de setembro, lembrando que milhões de brasileiros foram às ruas vestidos de verde e amarelo. O presidente disse: “foi a maior demonstração cívica da história do nosso país. Um povo que acredita em Deus, Pátria, Família e Liberdade”. 

No Brasil, com o pretexto da pandemia, a liberdade de culto foi duramente restringida, assim como diversas outras liberdades, em especial a liberdade de expressão, que é a base de qualquer democracia. As pessoas viram seus direitos de ir e vir, de trabalhar, de se expressar, de se informar, e de se manifestar, entre outros, serem suprimidos.  Cidadãos e empresas são perseguidos em inquéritos secretos e sofrem com medidas abusivas como prisões, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais, e até mesmo confisco de propriedade. 

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