sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Bolsonaro discursa em praça lotada e diz: ‘não temos oposição; temos bandidos que querem o mal da população’


O presidente Jair Bolsonaro discursou em Divinópolis, Minas Gerais, a uma impressionante multidão que tomou a praça e as ruas do entorno. Bolsonaro apontou que a população tem uma decisão pela frente no próximo dia 2 e precisa escolher o que quer para os seus filhos. 

O presidente afirmou: “Nós somos a maioria. Nós venceremos em primeiro turno. Não existe eleição sem povo nas ruas. A gente não vê nenhum dos outros candidatos fazer um comício com 10% do povo que está aqui.  Democracia é vontade do povo. É o candidato, o presidente manter sua lealdade para com seu povo”.

Bolsonaro comparou os valores que defende com os do outro candidato, lembrou o que o seu governo fez pela economia, e disse: “não temos oposição; temos bandidos que querem o mal da população. E nós vamos derrotar esse pessoal nas urnas, no próximo dia 2 de outubro”. 

O presidente admitiu que, durante a pandemia, a população passou por momentos difíceis. Ele disse: “Vocês sentiram um gostinho da ditadura durante esses dois anos da pandemia, onde muitos governadores e prefeitos mandaram vocês ficarem em casa. Eu não fechei uma casa de comércio sequer, eu sempre defendi a liberdade do nosso povo”. O presidente também admitiu que o povo vem tendo sua liberdade suprimida e afirmou; “devemos colocar um ponto final nesse abuso que existe por parte de outro poder”. 

Bolsonaro apontou que o Brasil é um país rico e disse: “faltava, para nós, escolhas. Fazer bem as suas escolhas. E agora, no dia 2 de outubro, vocês vão fazer excelentes escolhas”. Bolsonaro afirmou: “não podemos chegar lá na frente, em 22, 23, e olhar para trás e dizer “o que não fizemos para o Brasil chegar a essa situação?”. 

O presidente chamou um repórter que se encontrava no local e apontou que “o sinal da CNN lá na Nicarágua foi cortado pelo Ortega, amigo de Lula”. Ele comparou: “nós respeitamos a liberdade de imprensa em que pese ela ter exagerado e feito calúnias ao meu respeito”. Bolsonaro disse: “a liberdade é o bem maior de cada um”. 

Com o pretexto da pandemia, a liberdade de culto foi duramente restringida no Brasil, assim como diversas outras liberdades, em especial a liberdade de expressão, que é a base de qualquer democracia. As pessoas viram seus direitos de ir e vir, de trabalhar, de se expressar, de se informar, e de se manifestar, entre outros, serem suprimidos.  Cidadãos e empresas são perseguidos em inquéritos secretos e sofrem com medidas abusivas como prisões, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais, e até mesmo confisco de propriedade. 

A renda da Folha Política e de outros sites e canais conservadores está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o apoio e respaldo dos ministros do STF Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator, em evidente censura direcionada a pessoas e empresas específicas. Há mais de 14 meses, toda a renda do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica.

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