segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Bolsonaro expõe planos audaciosos para a Infraestrutura, ‘parceria’ com Exército e feitos de Tarcísio


O presidente Jair Bolsonaro participou de um Diálogo com Candidatos à Presidência da República, promovido pela União Nacional de Entidades do Comércio e Serviço (UNECS), e abordou os planos do Governo Federal para a infraestrutura e a economia. Bolsonaro disse: “Acredito que o livre-mercado é a melhor maneira de vivermos em paz e harmonia e não mais sonharmos, mas termos a certeza do progresso (...). O Tarcísio foi uma descoberta. Foi a terceira pessoa que entrevistei, eu nunca tinha visto ele. Ele fez a academia comigo em Resende, bem depois de mim, fez o IME, era concursado da Câmara. Tinha duas vagas e passou para a área dele. Quando eu o entrevistei, não foi indicação de partido político nenhum. Eu vi que era uma pessoa que tinha a experiência, o estudo, o conhecimento para ser ministro. Ele começou a trabalhar, sempre conversava comigo e falou em concluir obras inacabadas. Uma foi a BR163. Começou lá no Governo Geisel e faltavam 50 quilômetros para sua conclusão. Em época de chuva, o caminhão demorava uma semana para passar por ali”.

Bolsonaro explicou como o governo passou a utilizar o Exército para concluir obras e desenvolver a infraestrutura: “O Exército entrou em campo. Quando tem de trabalhar de domingo a domingo, é o nosso pessoal. Em Goiás, a gente foi retomar a construção da Ferrovia Norte-Sul, que é iniciativa privada. A desburocratização passou por licenças ambientais. Espero poder modernizar essa legislação. Essa Ferrovia, que chamo de coluna vertebral, faltavam mil e quinhentos quilômetros. Vai até o Porto de Santos. Vai ser algo fantástico. A Transnordestina. A malha paulista foi oxigenada. Temos ligação até o sul do Brasil. O ressurgimento do Modal Ferroviário. Foi aprovado o novo Marco Ferroviário no Parlamento. O Parlamento sempre foi um grande aliado nosso, em que pese uns 20% ali que estão pensando em Fidel Castro o tempo todo”.

O presidente também explicou como o governo melhorou o sistema de concessões para facilitar os investimentos privados em infraestrutura: “Concessão: no papel, aproximadamente vinte mil quilômetros de ferrovias feitos pela iniciativa privada. Isso vai, obviamente, impulsionar a nossa economia. O pessoal do Centro-Oeste terá cada vez mais certeza de que não terão problemas da porteira para fora (...). Apesar dos poucos recursos, investimentos muito em novas concessões, privatizações. Portos, aeroportos, rodovias. O Porto de Santos sempre era cobiçado por partidos políticos. O pessoal ficava ‘tarad*’ pelo Porto de Santos. Quando assumimos, dava prejuízo de 500 milhões por ano. Passou a dar lucro de 500 milhões. Outra obsessão era Itaipu Binacional. No nosso governo, ampliamos o Aeroporto de Foz do Iguaçu, uma baita de uma segunda ponte com o Paraguai, a Bioceânica, o Lago de Itaipu. Temos tudo para aumentar em 40% a produção de pescado no Brasil somente com o Lago de Itaipu”.

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