segunda-feira, 12 de setembro de 2022

Bolsonaro relata que ‘pedem a cabeça’ de Paulo Guedes e detona ‘trem da alegria’


Ao responder à situação histórica de desequilíbrio orçamentário no Brasil, o que é agravado por uma máquina estatal inchada e por gastos com supersalários e benefícios previdenciários incompatíveis, bem como pelo loteamento de prefeituras e governos estaduais, o presidente Jair Bolsonaro proferiu severas críticas e apontou como pretende se contrapor a um “trem da alegria” de regalias e salários exorbitantes. No ensejo, o mandatário ressaltou que, muitas vezes, pedem-lhe “a cabeça” de Paulo Guedes devido aos esforços do ministro para recuperar o equilíbrio financeiro do país.

Bolsonaro relatou: “Acredito que o teto de gastos foi para ‘estancar a hemorragia’. Sou o primeiro governo que tem o teto de gastos. É aquele cara que está ganhando 3 mil por mês. De repente, passa para cinco, mas não pode gastar os 2. Quando assumimos, cortamos mais de 20 mil cargos em comissão. Já foi um grande sinalizador. Vamos evitar os concursos públicos, até para proteger os atuais servidores. Sei que muitos jovens ficam chateados, querem um concurso, mas a máquina está no seu limite. Houve uma festa. Para quem estava vivo em 1988, a gente viu, toda hora, um trem de alegria. Efetivação de pessoas que não tinham feito concursos no passado. Apareceram supersalários, em especial no Legislativo e no Judiciário. Apareceram as incorporações. Quem ganhava R$10 mil, de repente, passou a ter um cargo em comissão, mais R$10 mil. Em oito anos, passava para R$20 mil. Mais dez, passava para R$30 mil”.

Dessa forma, o chefe de Estado frisou: “Vamos evitar concursos públicos até para proteger o servidor, pois pode chegar o ponto de não ter dinheiro para pagar mais ninguém. Na Previdência, foi feita a reforma. Não é maldade. É a maneira de garantir o pagamento da previdência. Muita coisa foi feita lá atrás sem qualquer controle. Sofri muito. Gente na minha mesa dizendo que precisa mais disso e daquilo. Se abrisse a porteira, iria ter um desequilíbrio. Isso influencia na inflação, no preço do dólar, no mercado. Com o Paulo Guedes, muitas vezes, tem gente querendo a cabeça dele. É natural. Seguramos a onda”.

No ensejo, o mandatário explicou: “Na questão dos combustíveis, alguns queriam a cabeça dele, a cabeça dos outros sempre é bem-vinda. Agora, tivemos um exemplo do que aconteceu. A Reforma Administrativa é para os futuros servidores, não para os atuais. Vamos respeitar o direito adquirido. Se houver a reeleição, o Parlamento vai decidir. No passado, prefeitos de esquerda incharam suas respectivas máquinas. Concurso para preencher tudo e mais alguma coisa. A conta está alta. O servidor público não gera renda, ele está ali para colaborar com as políticas públicas. O que acontece, quando há um inchaço, é o contrário”.

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