segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Tarcísio de Freitas e senador Jorginho repudiam nova ‘afronta’ de Moraes, do STF, à liberdade e convocam para 7 de setembro


Em diálogo com o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, o senador Jorginho Mello, candidato ao Governo de Santa Catarina, e Tarcísio Gomes de Freitas, ex-ministro da Infraestrutura do presidente Jair Bolsonaro e candidato ao Governo de São Paulo, comentaram a operação da polícia federal que invadiu casas de empresários a mando do ministro Alexandre de Moraes, que acatou ordens do senador Randolfe Rodrigues. 

O senador Jorginho Mello disse: “Acho que isso foi mais um absurdo que o STF cometeu. Eu não tenho dúvida de que essa retirada do ar do nosso Luciano…Lembra que fui para o embate na CPI com o Renan Calheiros, mais sujo do que pau de galinheiro, em defesa do Luciano? Aqui em Santa Catarina, o Luciano Hang é um líder dos mais importantes. No Brasil, ele é um brasileiro que nos honra. Essa batida na casa dele, às 6h da manhã. Foi uma afronta à democracia e à liberdade. É a isso que estamos submetidos. Infelizmente, o Supremo Tribunal virou um ativismo judicial incontrolável. Isso terá que ter um fim. Em vez de ser o guardião da Constituição, nos proteger, dar razão para quem tem, eles estão fazendo política partidária de forma descarada. E, isso, a população está observando. Pode ter certeza de que, no dia 2, vai vir resposta. Nas urnas”. Jorginho comentou ainda a repercussão da absurda operação. Ele disse: “Foi uma comoção entre os catarinenses. O ‘Véio da Havan’ orgulha Santa Catarina, orgulha o Brasil, ele é querido por todos”.

Tarcísio asseverou: “Luciano Hang é um brasileiro. Ele montou um personagem para mostrar a importância da brasilidade, do patriotismo. É um empresário que venceu na vida, construiu um império na base do esforço, do trabalho. Em todo o Brasil, ele é sempre acolhido com muito carinho. Essa brasilidade foi trazida de volta pelo presidente Jair Bolsonaro. A gente vê as pessoas portando a bandeira do Brasil com orgulho. As cores nacionais deixaram de ser usadas só no momento da Copa do Mundo. Bolsonaro despertou esse patriotismo e Luciano trouxe isso para a sua pauta, a sua agenda”

O ex-ministro constatou: “Quando há este excesso, a arbitrariedade, a injustiça, o povo brasileiro, que é justo, o povo brasileiro, que é um povo apaixonado pelo seu país, ele sente. O povo brasileiro sentiu. O povo brasileiro irá para as ruas, para o 7 de setembro, para celebrar os 200 anos da independência do Brasil e para mostrar para todos o significado da palavra independência. O que significa de verdade? Não é apenas uma palavra, um conceito. É aquilo que a gente quer, é o nosso modo de vida, é a liberdade para que a gente possa trabalhar, crescer. O Brasil tem um encontro marcado com a prosperidade”.

Tarcísio disse: “As pessoas estão motivadas para ir para o 7 de setembro. Vão celebrar os 200 anos de independência, vão celebrar a vitória sobre a crise, celebrar a aliança com a prosperidade e mostrar para todo mundo, gritar aos quatro cantos o nosso desejo de liberdade. Liberdade para se expressar, usar a rede social, se manifestar, empreender, prosperar”.

No Brasil atual, a liberdade de manifestação não é reconhecida de forma igual para todos. As manifestações promovidas por partidos de esquerda, sindicatos e coletivos, divulgadas pela velha imprensa e por sites e canais de internet, não estão sujeitas a qualquer investigação sobre seu financiamento ou qualquer questionamento sobre se as ideias que defendem seriam “democráticas” ou “antidemocráticas”. Mesmo quando há cartazes pedindo ditadura, depredação de patrimônio público e privado, ou agressões a políticos e cidadãos, nada disso é considerado um “ato antidemocrático”.

No dia 7 de setembro passado, milhões de pessoas foram às ruas para pedir liberdade e respeito à Constituição, incluindo a liberdade de expressão, a liberdade de culto, a liberdade de ir e vir, entre outras. Essas manifestações pacíficas tornam-se alvo de inquéritos sigilosos, alimentados por “notícias” da velha imprensa, nos quais manifestantes e jornalistas que cobrem as manifestações são perseguidos, presos, censurados, e têm seus bens apreendidos. 

A renda da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. A decisão confisca, de forma indiscriminada, todas as receitas advindas do Youtube, indicando claramente que a intenção não é a de excluir conteúdos específicos, mas sim de calar o canal e eliminar a empresa. Há 14 meses, toda a nossa renda é retida sem base legal. 

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