quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Bolsonaro desabafa sobre perseguição de Moraes, injustiça com Michelle e ressalta desafio ao ministro do STF


Durante live dirigida a influenciadores da direita brasileira, o presidente Jair Bolsonaro rebateu narrativas que vêm sendo espalhadas pela velha imprensa para prejudicar sua imagem e sua candidatura. Entre outros assuntos, o presidente lembrou a divulgação de despesas da primeira-dama, obtidas através da quebra dos sigilos de seu ajudante de ordens a mando do ministro Alexandre de Moraes. 

O presidente afirmou que nunca utilizou seu cartão corporativo pessoal e disse: “quando fizeram mais uma fake news questionando as contas da dona Michelle, a primeira-dama, eu questionei o ministro Alexandre de Moraes. Foi ele que vazou esse inquérito, esse inquérito do fim do mundo. Pedi: divulgue as despesas da primeira-dama. Ele não divulgou”.

O presidente disse: “jogou para a imprensa, e a imprensa veio me questionar, que eu paguei as contas. O que é a conta dela? É a manicure, é cabeleireiro, é a tia dela… 

não divulgou o montante. O montante é irrisório. Mas o que transpareceu? Que eu estaria pagando essas contas com cartão corporativo”.

O presidente explicou que entregou ao jornal Folha de São Paulo todos os extratos de seu cartão, que mostravam que nunca houve nenhum saque, apontando que isso não foi publicado. Bolsonaro disse que há três cartões. Ele explicou: “esse pessoal, eu posso sacar até 17 mil por mês, sacar e gastar como eu bem entender. Os outros dois cartões, que vira e mexe a imprensa bota no ar, são auditados pelo TCU”. 

O presidente rebateu a narrativa reiterada pelo PT de que ele teria “decretado sigilo de 100 anos” sobre seus gastos. Ele lembrou que, no debate, perguntou a Lula o número do decreto que ele tanto menciona e disse: “Não tem. Usou desse artifício, muito utilizado no passado pelo PT”. Bolsonaro explicou que a ex-presidente Dilma criou uma regra que impõe sigilo de 100 anos, com o pretexto de proteger familiares. Bolsonaro disse: “nenhum, nenhuma ação nossa foi posta em sigilo de 100 anos, como Lula fez no passado, com muita coisa que tem a ver com outros atos com o cartão corporativo”. 

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