quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Bolsonaro diz que ‘varrerá do mapa’ o ‘tal exército de Stédile’, do MST, e conclama à luta pela liberdade: ‘Nosso maior bem’


Durante encontro com lideranças religiosas, o presidente Jair Bolsonaro falou da importância de se lutar pela liberdade. O presidente lembrou a supressão de direitos ocorrida com o pretexto da pandemia, e afirmou: “A liberdade nossa não tem preço. Quem abre mão de um pouco de sua liberdade por segurança, acaba ficando sem segurança e sem liberdade. O bem maior nosso é a liberdade. E essa luta nossa, no dia 30, um dos grandes pontos focais é a questão da nossa liberdade’. 

O presidente mencionou os protestos na Colômbia contra as medidas implementadas pelo presidente socialista, e apontou: “não foram votar. Se omitiram, e agora as consequências chegaram”. Bolsonaro lembrou que o presidente colombiano teve o apoio de Lula, e apontou as semelhanças com a Argentina, cujo presidente também teve o apoio de Lula. Bolsonaro disse: “Não queremos isso no Brasil”. 

Bolsonaro afirmou que, quando uma pessoa tem perdas financeiras, ela pode recuperar seu patrimônio se tiver liberdade. Ele prosseguiu: “Se não tiver, vão ser escravos do governo. Vão receber migalhas para sobreviver. E vão agradecer àquele governo de plantão. Nós não podemos permitir que isso aconteça no nosso Brasil. E o momento é este”. 

O presidente disse: “Temos pela frente agora um dia de decisão, e deve-se votar, não com o coração ou com emoção. Tem que votar com a razão. Ninguém está escolhendo um marido, um colega de pescaria, ou um colega para comer picanha fictícia. Tá escolhendo alguém que você já vê o passado dessa pessoa”. 

Bolsonaro apontou que Lula fala muito sobre os sem-terra e pediu que os cidadãos façam comparações. Ele comparou o número de títulos de terra concedidos nos governos ditos socialistas com os números de seu governo, e também o número de invasões de terras pelo MST. O presidente disse: “Quantos títulos de terra foram concedidos em Pernambuco nos primeiros 4 anos de Lula? Zero. No meu governo: 17 mil. Eu consegui, junto com a Tereza Cristina, junto com o Geraldo Melo, presidente do Incra, ao longo desses 3 anos e oito meses, conceder 420 mil títulos - papéis de registro de terras para assentados. Por isso o MST foi lá para baixo. E, fazendo comparações, sem criticar ninguém: no governo FHC, tinha 1 invasão por dia; no governo Lula (8 anos), 20 invasões de terra por mês. No meu governo: 5 por ano. E nós vamos, em uma reeleição, zerar essa questão. Será varrido do mapa o tal do exército de João Pedro Stédile e José Rainha. Paz no campo! Não é na pancada. É com inteligência”.

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