segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Bolsonaro e General Heleno se pronunciam sobre ataque a Tarcísio e motivações políticas


O presidente Jair Bolsonaro se pronunciou sobre o ataque sofrido pelo ex-ministro e candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, em Paraisópolis, São Paulo. Bolsonaro concedia uma coletiva juntamente com José Agripino Maia, ex-governador e ex-senador do Rio Grande do Norte, e Arthur Virgílio, ex-prefeito de Manaus e ex-senador do Amazonas, que foram prestar apoio à candidatura de Bolsonaro à reeleição. 

O pronunciamento de Arthur Virgílio Neto foi interrompido por uma pergunta de um repórter da velha imprensa, que perguntou ao presidente sobre o ataque. Bolsonaro disse: “Recebi uma informação, tudo é preliminar, ainda, então, não quero me antecipar. Uma ação contra a equipe dele, não está confirmado se algum conflito já estava havendo ou por haver na região. Então, seria prematuro eu falar sobre isso. O que eu sei é que, há poucos dias, houve uma ação de dois tiros, em uma igreja onde a primeira-dama se faria presente. O elemento foi preso, detido, confessou ser do Comando Vermelho e que os dois tiros foram para intimidar e evitar que muita gente comparecesse a esse evento da primeira-dama com a senhora Damares. Então, isso está acontecendo, a gente lamenta. Um caso, já foi provado que tem a ver com ação política. O caso Tarcísio, ainda não”. 

Questionado sobre a segurança de Tarcísio, Bolsonaro explicou que ele pode requerer segurança aos órgãos competentes, lembrando que o ocorrido hoje é um sinal de que ele deve fazê-lo. O general Augusto Heleno explicou: “o Tarcísio já foi evacuado do local, não sofreu nenhum ferimento, nem ele nem a equipe que estava com ele. O único apreendido foi um dos atiradores, e não houve maiores problemas com outras pessoas. É mais um evento desagradável que estamos vendo acontecer”. 

Os “elementos” que atiraram contra a igreja que receberia a primeira-dama, e contra o carro da equipe de Tarcísio, terão todos os seus direitos resguardados durante as investigações, porque é o que preveem a Constituição e as leis. O mesmo não ocorre com cidadãos comuns que apoiam o presidente Bolsonaro e são perseguidos sem qualquer direito ao devido processo legal. 

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e pessoas que apenas têm um discurso diferente do imposto pelo cartel midiático vêm sendo perseguidos, em especial pelo Judiciário. Além dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, também o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, criou seu próprio inquérito administrativo, e ordenou o confisco da renda de sites e canais conservadores, como Bárbara, do canal Te Atualizei, e a Folha Política. Toda a receita gerada pelo nosso jornal desde 1º de julho de 2021 está bloqueada por ordem do TSE, com aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há mais de 15 meses, toda a renda do nosso trabalho vem sendo retida, sem qualquer previsão legal. 

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