quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Bolsonaro é surpreendido por infindável multidão em Minas e proclama luta pela liberdade: 'Sem liberdade, não se vive'


Em pronunciamento para uma impressionante multidão em Minas Gerais, o presidente Jair Bolsonaro - ao lado do General Braga Netto, do governador Romeu Zema e de Nikolas Ferreira, deputado federal eleito com mais votos no país -  ressaltou a defesa dos valores de liberdade e da defesa da família, além de hachurar os graves danos das gestões do PT para o país. 

O chefe de Estado avaliou: “Hoje, temos o orgulho de dizer que somos, de verdade, brasileiros. O Brasil é uma grande nação e será maior ainda nos próximos anos. Tenho certeza de que esse povo bem saberá diferenciar o que foi, no passado, aquele ladrão de nove dedos do que hoje é o nosso governo. Temos um mar de oportunidades pela frente. Saiu das urnas, no último dia 2, uma Câmara e um Senado bem para para o centro e a direita. O caminho está bem pavimentado para que bons projetos, com rapidez e qualidade, sejam aprovados no Congresso Nacional. Vamos deixar para trás aquele governo de esquerda do PT, que deixou um rastro de destruição em nosso Brasil”.

Bolsonaro reconheceu: “Hoje, cada vez mais, temos políticos que se expõem e querem servir à sua Pátria. Tivemos pandemia, seca e guerra, mas o Brasil, perante o mundo, é o que melhor está se saindo dessa questão na economia. Acabaram de anunciar que criamos mais 250 mil empregos. O Brasil está de vento em popa. A informalidade já chegou aos níveis de pré-pandemia. Nunca tivemos tantas pessoas empregadas no Brasil. O Brasil é o que está aí: uma referência e orgulho no Agronegócio e, também, um país industrial”

O presidente disse: “O que o Brasil precisa é de gente séria, honesta e trabalhadora (...). Há poucos anos, toda semana, tínhamos escândalos de corrupção em nosso Brasil. No nosso governo, isso acabou. Escolhemos ministros técnicos, capacitados, honrados e honestos. Botamos a inflação lá para baixo. É o terceiro mês de deflação. Temos, hoje, uma das gasolinas mais baratas do mundo”

Bolsonaro lembrou as dificuldades criadas por lideranças de esquerda, na lógica do “quanto pior, melhor”: Ele disse: “Quando votamos a redução de impostos e do preço dos combustíveis no Senado, toda a bancada do PT votou contra.  Fazemos a coisa certa. Impostos que arrecadamos são revertidos para a própria população. Mais importante que tudo aquilo que falei até o momento: nosso futuro, o ponto final lá na frente. A vida que devemos ter aqui para termos a vida eterna. Defendemos a família brasileira. A vida desde a sua concepção. Queremos, acima de tudo, um povo cada vez mais livre no Brasil. Sem liberdade, não se vive. Imaginem como, para mim, seria muito mais fácil estar do outro lado da Esplanada dos Ministérios. Jamais trairia minha consciência e a lealdade que tenho para com o povo brasileiro”.

A ditadura da toga segue firme. O Brasil tem hoje presos políticos e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 15 meses, todos os rendimentos do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo e as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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