quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Deputada Bia Kicis afirma que CPI será instalada: ‘tem fake news maior que os institutos de pesquisa?’


Em transmissão ao vivo, a deputada federal Bia Kicis, a mais votada no Distrito Federal, relatou que a Câmara dos Deputados instalará, o quanto antes, uma CPI para investigar os institutos que promovem “pesquisas eleitorais”. A deputada lembrou que, mesmo com mais votos, a campanha do ex-presidente Lula não teve grandes comemorações no primeiro turno, porque já contavam com a vitória no primeiro turno. 

Ela apontou as gritantes diferenças entre as pesquisas divulgadas pela velha imprensa e os resultados das urnas e disse: “o fato é que os institutos de pesquisa estão interferindo nas eleições”. Ela utilizou o exemplo do deputado Paulo Eduardo Martins, que concorreu ao Senado, e disse: “eles interferem verdadeiramente no resultado das eleições, e isso é uma prática criminosa. Isso é muito pior do que boca de urna”. Bia Kicis explicou que, como muitas pessoas ficaram indignadas, a Câmara instalará uma CPI. 

A deputada disse: “Nós, parlamentares, já assinamos uma CPI dos institutos de pesquisa e iremos investigar o que está acontecendo, sim. Pode ser uma atividade criminosa que esteja acontecendo, e nós temos que investigar. Ela apontou que o presidente da Câmara, deputado Arthur Lira, já disse que a CPI será instalada o quanto antes, possivelmente antes do segundo turno, e acrescentou: “o TSE diz que quer combater as fake news. Tem fake news maior do que os institutos de pesquisa, minha gente? Não existe”.

Enquanto a velha imprensa não é responsabilizada nem pede desculpas pelas informações erradas que veicula, a imprensa conservadora independente e cidadãos comuns são duramente punidos mesmo sem cometer qualquer crime, apenas com base em narrativas sem comprovação sobre supostas atitudes “antidemocráticas”.  

No contexto atual do Brasil, muitas pessoas estão sendo tratadas como sub-cidadãos, pelo simples motivo de terem manifestado apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Por expressarem suas opiniões, são alvo de CPIs, de inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, ou são vítimas de medidas arbitrárias como prisões políticas, apreensão de bens, e exposição indevida de dados, entre outras.

Sem justificativa jurídica, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, decidiu confiscar a renda de sites e canais conservadores, para destruir empresas privadas das quais discorda. A decisão, que incluiu a Folha Política, confisca todos os rendimentos da empresa, e teve o apoio e aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. “Marcar” pessoas e fechar empresas por motivações políticas são atitudes que já foram observadas na História, mas nunca em democracias. Na verdade, são atitudes que só foram vistas nas mais cruéis ditaduras. 

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