quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Deputado Marcel Van Hattem se manifesta contra resolução do TSE: ‘ataque à democracia, à liberdade de expressão, aos direitos políticos dos cidadãos’


O deputado federal Marcel Van Hattem, em transmissão ao vivo, comentou a resolução do Tribunal Superior Eleitoral, aprovada hoje, e alertou: “nós vivemos, neste momento, um estado de exceção no Brasil”. O deputado explicou: “as decisões do TSE, que já eram ameaças à democracia, à liberdade de expressão, ao estado de Direito e ao próprio processo eleitoral, agora se tornam mais do que apenas ameaças e se configuram em claros ataques, pois, nessa nova resolução, o tribunal passa a ter, sem precisar ser provocado, passa a ter poder de polícia sobre as manifestações dos candidatos Bolsonaro e Lula nessas eleições. E, como vocês sabem e estão percebendo, há uma disparidade de tratamento entre as duas candidaturas”.

Marcel Van Hattem lamentou: “É triste nós vermos isso acontecendo neste momento no Brasil. Mais do que triste, é preocupante”. O deputado afirmou que há ações jurídicas e legislativas sendo tomadas para reverter decisões do TSE, e que está solicitando manifestações de entidades e meios de comunicação, lembrando que jornalista que não se opõe à censura não é digno da função. Van Hattem disse ainda que, em nenhum momento se calará, e que o povo precisa se manifestar contra a usurpação das liberdades, da democracia e do estado de direito. O deputado afirmou: ‘o que estamos vendo neste momento é uma escalada autoritária que só confirma os nossos temores em relação ao PT“, e pediu: “é preciso manifestarmos claramente a nossa indignação com o que está acontecendo no Brasil”. Van Hattem afirmou: “é importantíssimo que todos ajudem a recuperar a liberdade e a democracia, que estão sendo usurpadas pelo poder Judiciário e pelo TSE”.

A censura que vem se intensificando no Brasil atinge unicamente conservadores e já causou o fechamento de alguns veículos de imprensa. Mas a perseguição não se limita à censura e inclui muitas outras medidas, inclusive prisões políticas, devassas, buscas e apreensões, confisco de renda, ass*** de reputações, entre outras. 

Grupos monopolísticos e cartéis que se associam com o intuito de barrar informações contrárias ou inconvenientes atuam em conluio com a finalidade de aniquilar qualquer mídia independente, eliminando o contraditório e a possibilidade de um debate público amplo, honesto, abrangendo todos os feixes e singularidades dos mais diversos espectros políticos. Controlando as informações, o cartel midiático brasileiro tenta excluir do debate e, em última instância, da vida pública, os conservadores e os veículos que dão voz a essas pessoas. 

A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 15 meses, toda a nossa receita é retida, sem justificativa jurídica. Em liminar aprovada hoje, o TSE impôs ainda mais restrições a canais e jornais conservadores. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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