segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Em encontro de Bolsonaro com sertanejos, Zezé Di Camargo dá testemunho da decepção com a esquerda: ‘com o tempo, você vai enxergando as pessoas’


Durante encontro do presidente Jair Bolsonaro com cantores sertanejos, o cantor Zezé Di Camargo deu um depoimento, reconhecendo que já fez campanha para a esquerda, e explicando por que hoje acredita que o melhor caminho é o presidente Jair Bolsonaro. O cantor rejeitou a ideia do “nós contra eles”, afirmando: “A gente não quer dividir o Brasil. A gente quer conscientizar as pessoas do quão importante é a nossa decisão de hoje”.

O cantor falou sobre a importância de construir um “país para as próximas gerações, para os nossos filhos, nossos netos”. Ele relatou: “E eu posso dizer com profundo conhecimento, porque eu já estive do outro lado, todo mundo sabe aqui. Não dá para negar que eu fiz campanha, acreditei num projeto lá atrás, em uma mudança de país. Coloquei meu nome em prol daquele objetivo, daquela crença. E, com o passar do tempo, infelizmente, fui descobrindo que aquilo que eu acreditava, aquele romantismo que eu acreditava, não era exatamente o que estava acontecendo. Com o tempo, você vai aprendendo, vai enxergando as pessoas, por que aquelas pessoas estão ali, qual é a intenção daquelas pessoas”.

Zezé di Camargo disse: “Então, hoje tenho o privilégio de estar ao lado do nosso atual presidente, estive na primeira campanha e estou repetindo a dose porque acredito muito neste projeto de país, de família, e no que está sendo feito no Brasil. Tenho a plena certeza de que o país está muito melhor, apesar de todas as turbulências que nós vivemos, não só no Brasil, mas no mundo inteiro, e isso se deve à competência do presidente e de seus comandados. A gente tem a certeza absoluta de que o Brasil hoje está muito melhor do que o resto do mundo, do que países melhores do que a gente”. 

Com o pretexto da pandemia, até mesmo a liberdade de culto foi restringida no Brasil, assim como as liberdades de ir e vir, de trabalhar, e as liberdades de expressão e imprensa. Cidadãos que expressem suas opiniões ou manifestem apoio ao presidente são alvo de intensa perseguição, podendo ser alvos de prisões, buscas e apreensões, censura e até mesmo confisco. 

Em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, “matérias”, “reportagens” e “relatórios” produzidos pela velha imprensa contra seus adversários políticos ou concorrentes são aceitas como provas, sem questionamento, e servem como pretexto para devassas em pessoas e empresas, no que é conhecido como “fishing expedition”. O resultado das devassas é compartilhado com a velha imprensa, que então expõe seus concorrentes apresentando atos banais como se fossem crimes, em matérias que servem como base para novos atos contra a concorrência.

Em uma decisão monocrática em um inquérito administrativo, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar a renda de sites e canais conservadores para impedir suas atividades, com o respaldo e aplauso dos ministros do STF Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. A Folha Política tem toda a sua renda confiscada desde 1º de julho de 2021. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator. 

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