sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Generais, parlamentares e cidadãos se revoltam após Moraes proibir investigação de institutos de pesquisa


O ministro Alexandre de Moraes, do Tribunal Superior Eleitoral, suspendeu, de ofício, as investigações sobre institutos de pesquisa instauradas pela Polícia Federal, a pedido do Ministério da Justiça, e do Cade, que investigaria a formação de cartel pelos institutos. O ministro alegou que a fiscalização dos institutos de pesquisa cabe à Justiça Eleitoral e tornou sem efeito os procedimentos investigativos, além de ordenar a investigação das autoridades que os ordenaram. 

O vice-presidente, General Hamilton Mourão, eleito senador, questionou: “Quem não deve, não teme! Se os institutos de pesquisa são realmente isentos e técnicos, por que não podem ter seus processos e resultados auditados?”

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, apontou: “Algo anormal. Exceção de ativismo político no judiciário não ajuda o Brasil”.

O deputado federal eleito Delegado Ramagem, ex-diretor da ABIN, lembrou: “a Res. 23.640/21-TSE do próprio Min. Alexandre de Moraes permite à PF abrir inquérito eleitoral de ofício (pela própria polícia). São evidentes os erros das pesquisas a influenciar ilicitamente o eleitorado. Mais um atropelo da legalidade, com concentração inconstitucional de poder”

O empresário Salim Mattar, ex-secretário de privatizações do governo Bolsonaro, disse: “O presidente do TSE Alexandre de Moraes proibiu que a PF e o Cade abram investigações contra os institutos de pesquisa Ipec, Datafolha e Ipespe. Segundo ele, os dois órgãos não têm competência legal para isso”.

O deputado estadual Márcio Gualberto disse: “Alexandre acabou de censurar as investigações contra os fajutos institutos de pesquisa. Isso poderia prejudicar a campanha do ex-presidiário”.

O escritor Bernardo P Küster afirmou: “Moraes acaba de suspender as investigações da PF e do CADE sobre os institutos de pesquisa. Ele alegou que essas instituições não têm competência e nem há justa causa. Segundo ele, poderia favorecer Bolsonaro. O Min da Justiça deve mandar a PF desobedecer e continuar o trabalho!”. 

A escritora Claudia Wild disse: “Alexandre de Moraes não só soterrou a investigação dos institutos de pesquisa. Ele foi bem além: mandou investigar por abuso de autoridade e de poder político quem mandou abrir a natimorta investigação. Vocês têm noção da gravidade disso? Estamos sob um regime judicial nefasto”.

A jornalista Fernanda Salles apontou: “Alexandre de Moraes proíbe que Polícia Federal e Cade investiguem institutos de pesquisa; Datafolha estava na mira. O ministro vetou o inquérito alegando que há “ausência de justa causa” e “incompetência absoluta” dos órgãos. Vcs estão entendendo o que está acontecendo no Brasil?”

O perfil Saul Christos disse: “Alexandre de Moraes proíbe, de ofício, que o Ministério da Justiça e o CADE investiguem os institutos de pesquisa. Está tudo muito claro, não é mesmo?”

A jornalista Bruna Frascolla perguntou: “por que Alexandre de Moraes ainda permite as eleições? A democracia não seria salva empossando logo Lula e Alckmin?”

O deputado estadual Gilberto Silva questionou: “Interferência na Polícia Federal? Alexandre de Moraes suspende investigações do Cade e da PF sobre institutos de pesquisa. Vai vendo Brasil”

O consultor Julio Schneider disse: “Alexandre de Moraes manda suspender as investigações da PF e do CADE sobre os institutos de pesquisa. Alguém tem alguma dúvida de que lado esse sujeito está?”

O vice-prefeito de Porto Alegre, Ricardo Gomes, disse: “Apenas ONTEM: Alexandre de Moraes (1) censurou um episódio da série “Teatro das Tesouras” da Brasil Paralelo;  [z30] e (2) proibiu investigação de potencial crime cometido pelos institutos de pesquisa.  Quem consegue achar isso normal, moral e constitucional?”

O investidor Leandro Ruschel ironizou: “Se alguém tinha ainda alguma dúvida sobre os institutos de pesquisa, não há mais dúvida alguma…”

O deputado federal eleito Gustavo Gayer apontou: “Moraes não só proibiu que os institutos de pesquisa fossem investigados como também determinou que o CADE e o ministério da justiça sejam investigados por querer investigar o cartel fraudulento das pesquisas. Durma com essa”

O youtuber Ed Raposo disse: “A esquerda está comemorando a proibição de investigar os institutos de pesquisa. Sabem que se puxarem esse fio acabou pra eles, pois com certeza a coisa vai muito além dessas empresas. O brasileiro vive hoje em um estado de exceção, uma anarquia jurídica, sem qualquer contrapeso. Mostre a proibição de ontem do Xandão pro indeciso que você quer trazer pro nosso lado. Aquilo ali prova que os institutos são criminosos e escondem algo maior”.

O empresário Rafael Lougon apontou: “A CPI dos Institutos de Pesquisa precisa ser instaurada urgentemente no Congresso, mais como isca do que por necessidade real. Só assim vamos observar até onde vai a tirania do Judiciário e se o Legislativo tem culhão para lhe frear. Se for barrada, a democracia morreu de vez”.

O ex-secretário da Lei Rouanet no governo Bolsonaro, André Porciúncula, disse: “Enquanto inquéritos são abertos, contrariando a Constituição, contra o Presidente da República, os institutos de pesquisa gozam de proteção que a legislação não dá. Mas estamos na dita normalidade institucional”.

A advogada Mita Guimarães questionou: “Se a função de fiscalizar Institutos de pesquisas é do TSE, POR QUE NÃO INVESTIGARAM? Porque a manipulação FAVORECE  o candidato do TSE, cujos ministros são os mesmos que o descondenaram?”

O promotor Adriano Faria questionou: “Autoproclamados "institutos de pesquisa" que realizam levantamentos estatísticos enviesados e completamente divergentes da realidade não cometem "desordem informacional" e "desinformação de 2ª geração"?”

O deputado federal José Medeiros disse: “Ministro, as pesquisas estão interferindo, o senhor faz cara de paisagem porque tem sido um juiz parcial nessa eleição, eu pedi seu afastamento para conduzir esse pleito porque previa isso. Já que os institutos de pesquisas não podem ser investigados, o congresso irá lhe investigar”.

O empresário Filipe Sabará perguntou: “Qual o real motivo de barrarem a investigação de institutos de pesquisas, que publicaram números totalmente fora da realidade?”.

O vereador Fernando Holiday disse: “Por que o Alexandre Moraes suspendeu as investigações em relação aos institutos de pesquisa? Investigação não é condenação, é esclarecimento de fatos. O que querem que continue escondido?”

O músico Evandro Rathunde disse: “A pressa para proibir as investigações contra os institutos de pesquisa revela o tamanho do medo que eles têm do que pode ser descoberto!”.

O deputado federal General Girão afirmou: “A ditadura do STF foi exportada para o TSE, através do iluministro Alexandre. Qual o interesse do TSE em não penalizar as pesquisas que só induzem o eleitor a votar no Lula? Nosso Projeto de Lei ganha força para punir com rigor esses institutos. Na Câmara, quem manda somos nós”.

O deputado federal Coronel Tadeu lamentou: “URGENTE ! Alexandre Moraes veta investigações do Cade e do Ministério da Justiça sobre institutos de pesquisas. Continuaremos abraçados e convivendo com essa ameaça clara ao processo democrático, ou seja, com essas pesquisas fake”.

O pastor Marthon Mendes afirmou: “Se for verdade que Moraes suspendeu inquérito sobre formação de cartel dos institutos de pesquisas é uma jabuticaba. Instituto de pesquisas é EMPRESA, e está sim sob competência do Conselho Administrativo de Defesa ECONÔMICA. "E" de ECONOMIA, sr. ministro, e não de Eleição”.

O jornalista José Carlos Bernardi alertou: “Os Institutos de Pesquisa são a fonte primária de Fake News. Não investigar essa fonte é admitir que tem coelho nesse mato”

O deputado Luiz Lima questionou: “O Ministro Alexandre de Moraes proibiu ontem o Cade e a Policia Federal de investigarem institutos de pesquisa. Qual o limite disso ? Abuso de autoridade de quem ?!”

O economista Diego Muguet disse: “Alexandre de Moraes proibiu as investigações contra os institutos de pesquisas. Para quem apenas suspeitava desses institutos, agora pode ter certeza que, de fato, são fraudulentos!”

O deputado Daniel Freitas declarou: “Se tinha alguma dúvida sobre a honestidade de alguns institutos de pesquisa, agora não tem mais”.

Há mais de três anos, o ministro Alexandre de Moraes conduz, em segredo de justiça, inquéritos políticos direcionados a seus adversários políticos. Em uma espécie de “parceria” com a velha imprensa, “matérias”, “reportagens” e “relatórios” são admitidos como provas, sem questionamento, substituindo a ação do Ministério Público e substituindo os próprios fatos, e servem como base para medidas abusivas, que incluem prisões políticas, buscas e apreensões, bloqueio de contas, censura de veículos de imprensa, censura de cidadãos e parlamentares, bloqueio de redes sociais, entre muitas outras medidas cautelares inventadas pelo ministro. 

O mesmo procedimento de aceitar depoimentos de testemunhas suspeitas e interessadas, e tomar suas palavras como verdadeiras, se repete em diversos inquéritos nas Cortes superiores. Esses depoimentos, “relatórios” e “reportagens”, produzidos por pessoas interessadas, embasam medidas extremas contra conservadores, sem qualquer chance de defesa ou acesso ao devido processo legal. 

A Folha Política já teve sua sede invadida e todos os seus equipamentos apreendidos. Atualmente, toda a renda do jornal está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há mais de 15 meses, todos os rendimentos de jornais, sites e canais conservadores são retidos sem qualquer base legal.  

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