segunda-feira, 24 de outubro de 2022

General Girão se pronuncia no Senado contra arbitrariedades no STF e convoca: 'precisamos fazer o dever de casa'


O deputado federal reeleito General Girão participou da audiência pública no Senado sobre o crime organizado e a política e o Judiciário brasileiros. O deputado apontou: “O que se está decidindo neste momento envolve não somente as palavras da nossa bandeira: "ordem e progresso", mas, se fosse permitido inserir mais uma, seria "liberdade". Nunca foi tão caro nós lutarmos pela liberdade”.

O deputado lembrou que, em meio a uma série de crises, o Brasil vem melhorando e apresentando bons resultados na economia. E acrescentou: “Então, isso é motivo de orgulho para nós, mas, ainda assim, não é suficiente. Por quê? Porque nós enfrentamos a pior de todas as guerras, que é a guerra ideológica”. 

General Girão listou alguns exemplos de arbitrariedades a que os brasileiros têm sido submetidos, bem como absurdos como a “descondenação” do ex-presidente Lula, e alertou sobre a necessidade de reagir e cumprir o papel dos legisladores. O deputado disse: “Então, nós, legisladores – e a gente está com essa demanda, o nosso mandato foi prorrogado –, nós somos legisladores. Não tem que legislar o Supremo Tribunal Federal. Quem tem que legislar somos nós. Nós precisamos fazer o dever de casa. Eu não estou com discurso político, eu estou com discurso aqui de cidadão brasileiro”.

O deputado afirmou: “Nós estamos sendo aqui o trampolim da vitória do Brasil. O Brasil tem que vencer a corrupção para que nós não tenhamos que dizer que a corrupção nos venceu. Nós vamos, sim, cada vez mais, fazer novas chamadas para que nós sejamos, sim, um trampolim da vitória contra a corrupção. Não é possível que um Brasil formado por gente forte, guerreiros, vá se entregar à corrupção, simplesmente porque tem algumas pessoas ocupando cargos privilegiados e que possam estar querendo, com as suas canetadas ou com suas interpretações do "juridiquês", anular julgamentos e calar a boca de muitos de nós. Não vão nos calar. Cumpra-se a lei”.

Empresários e cidadãos brasileiros estão sofrendo perseguição política por apoiarem o presidente Jair Bolsonaro ou por defenderem valores conservadores. Com uma “canetada”, o ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, confiscou a renda de sites e canais conservadores, com o apoio e respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. A decisão foi mantida, ao longo de um ano, pelo corregedor seguinte, Mauro Campbell Marques, e segue sendo mantida pelo atual corregedor, Benedito Gonçalves. 

Toda a renda da Folha Política está sendo confiscada em consequência dessa decisão, que se aplica indiscriminadamente a todos os conteúdos produzidos pelo jornal e afeta inclusive a renda de vídeos antigos. Há mais de 15 meses, todos os rendimentos de jornais, sites e canais conservadores estão sendo retidos sem qualquer base legal. 

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