terça-feira, 11 de outubro de 2022

Multidão chama Lula de 'ladrão' e Bolsonaro faz discurso contundente em Pelotas: 'O bem sempre venceu e, desta vez, tornará a vencer'


O presidente Jair Bolsonaro discursou a uma impressionante multidão que lotou a Fenadoce, em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em encontro com prefeitos daquele estado. Quando o presidente alertava sobre a possibilidade da volta da corrupção, a multidão gritou “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”. 

Bolsonaro alertou sobre a situação de países da América do Sul que optaram pelo socialismo e afirmou: “o que acontece lá pode acontecer aqui. Creio que todos sabem disso. E as coisas acontecem por apenas um motivo: as escolhas erradas que esse povo faz”. 

O presidente interrompeu o discurso para homenagear um veterano da Força Expedicionária Brasileira, agradecendo ao pracinha por lutar contra o nazismo e o fascismo pela liberdade dos brasileiros. Bolsonaro disse: “você é um exemplo para todos nós, é o orgulho do nosso Brasil”. 

Bolsonaro pediu aos presentes que se empenhem em conversar com os amigos e vizinhos e que não deixem de ir votar. O presidente disse que todos têm o “dever de lutar pela sua pátria. Não podemos esperar chegar outros tempos e olhar para trás e vermos o que nós não fizemos pelo nosso Brasil”. Bolsonaro acrescentou: “30 de outubro vai marcar a luta do bem contra o mal. O bem sempre venceu e, desta vez, tornará a vencer”. 

O presidente alertou: “o que está em jogo é a nossa liberdade. Vocês vêm acompanhando, ao longo dos últimos anos, o quão ameaçada ela foi”. Bolsonaro prosseguiu: “com um novo Congresso, temos condições de, rapidamente, aprovar as propostas de nosso interesse, bem como sepultar de vez aquelas propostas da esquerda que tanto ofendem a família brasileira”. Bolsonaro foi aclamado aos gritos de “mito” ao dizer: “falo, de vez em quando, algum palavrão, mas não sou ladrão”

Com o pretexto da pandemia, a liberdade de culto foi duramente restringida no Brasil, assim como diversas outras liberdades, em especial a liberdade de expressão, que é a base de qualquer democracia. As pessoas viram seus direitos de ir e vir, de trabalhar, de se expressar, de se informar, e de se manifestar, entre outros, serem suprimidos.  Cidadãos e empresas são perseguidos em inquéritos secretos e sofrem com medidas abusivas como prisões, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais, e até mesmo confisco de propriedade. 

A renda da Folha Política e de outros sites e canais conservadores está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o apoio e respaldo dos ministros do STF Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. O confisco da renda atinge todos os vídeos produzidos pelo jornal, independente de tema, data, ou qualquer outro fator, em evidente censura direcionada a pessoas e empresas específicas. Há mais de 15 meses, toda a renda do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica.

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