sábado, 8 de outubro de 2022

Senador Eduardo Girão denuncia censura e aponta: ‘Sempre perseguem um lado, sempre querem calar um lado’


Durante pronunciamento do senador Carlos Portinho, que falava sobre a censura que vem sendo imposta pelas cortes superiores e sobre a desmoralização dos institutos que promovem pesquisas eleitorais, o senador Eduardo Girão pediu um aparte para comentar a gravidade da situação, com o claro viés para censurar apenas um lado do debate público. 

Girão disse: “a coincidência é que são sempre contra conservadores essas decisões de censura. Já perceberam? Sempre perseguem um lado, sempre querem calar um lado. Ninguém está vendo isso? Só eu estou vendo isso aqui? Ninguém está vendo isso?”.

O senador deu um exemplo: “Vou dar um exemplo bem recente, dentre vários: Luciano Hang, um dos maiores empreendedores deste país, que paga um bilhão em impostos e tem empresa em todos os estados praticamente, teve suas contas bancárias bloqueadas faltando semanas, pouco mais de um mês, para a eleição. E o pior: teve dois milhões de seguidores órfãos, pessoas que o seguiam, inclusive eu, mesmo discordando de algumas de suas postagens, porque ninguém pensa igual a todo mundo. Mas ele tem o direito de fazer, de colocar, de comparar os governos. Por que eu não posso receber essa informação?”

O senador mencionou a censura a um jornal da velha imprensa e disse: “essa decisão de um Ministro do TSE é estarrecedora, porque todo mundo já está vendo que, na eleição aqui para o Senado, dos 27 renovados – o senhor bem colocou já –, e lá para a Câmara dos Deputados, a maioria foi de conservadores. Sabem por quê? Porque o povo brasileiro está vendo o que está acontecendo e está dando a resposta nas urnas”.

Girão perguntou: “Agora cadê o pessoal que foi lá na USP depois dessa censura à Gazeta do Povo? Cadê o pessoal que fez aquela carta da democracia, aquelas instituições? Vão fazer uma carta para a Gazeta do Povo? Ou vão deixar só para a ANJ, para a Associação Nacional de Jornais? Ou vão se manifestar? Isso é ou não é democracia? Ou é democracia seletiva?” 

O senador Carlos Portinho acrescentou que a censura não se limita à Gazeta do Povo. Ele apontou: “quando o candidato fala em regulação da mídia, é isso que ele está falando, porque não é da mídia tradicional que induz o voto útil nele – essa ele quer manter. Ele quer censurar essa mídia, o terreno livre da internet, das redes sociais, para que haja o monopólio da informação, o monopólio do saber ou do falso saber”. O senador acrescentou: “No final, no segundo turno, sabemos que o povo brasileiro quer liberdade e já votou, no primeiro turno, naqueles que defendem a liberdade, que são contra a censura e que prezam pela harmonia dos Poderes. E faremos o mesmo no segundo turno”.

A censura que vem se intensificando no Brasil atinge unicamente conservadores e já causou o fechamento de alguns veículos de imprensa. Mas a perseguição não se limita à censura e inclui muitas outras medidas, inclusive prisões políticas, devassas, buscas e apreensões, ass*** de reputações, entre outras. 

Grupos monopolísticos e cartéis que se associam com o intuito de barrar informações contrárias ou inconvenientes atuam em conluio com a finalidade de aniquilar qualquer mídia independente, eliminando o contraditório e a possibilidade de um debate público amplo, honesto, abrangendo todos os feixes e singularidades dos mais diversos espectros políticos. Controlando as informações, o cartel midiático brasileiro tenta excluir do debate e, em última instância, da vida pública, os conservadores e os veículos que dão voz a essas pessoas. 

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Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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