quarta-feira, 12 de outubro de 2022

Senador Girão abre o jogo sobre perseguição do TSE contra apoiadores de Bolsonaro e censura descarada contra a direita: ‘Sempre se tenta calar um lado’


Durante pronunciamento no plenário do Senado, o senador Eduardo Girão demonstrou o viés na atuação do Tribunal Superior Eleitoral, que se arvorou como juiz da verdade, mas não conduz suas atividades com isenção. O senador mostrou que, em seu estado, a velha imprensa, regada a dinheiro público, não leva as informações corretas sobre quem levou água e vacinas à região. 

O senador apontou que as redes sociais poderiam modificar essa situação. Ele disse: “Essa também é uma eleição nacional que não está sendo conduzida apenas pela força da grande mídia, com seus interesses econômicos, pois a comunicação via redes sociais permitiu ou permitiria uma maior participação e democratização na produção dos conteúdos por parte da população, de modo a mostrar o quem é quem de cada candidato, o que defende, o seu partido político, os seus apoiadores”.

Eduardo Girão mostrou que a atuação do TSE, longe de primar por garantir a veiculação da verdade, vem calando um único lado do debate político e impedindo a população de ter acesso a informações importantes. O senador disse: “Sempre se tenta calar um lado, a começar pela manutenção, ainda hoje, da decisão injusta e descabida de impedir o empreendedor do Brasil Luciano Hang de se comunicar com os seus 12 milhões de seguidores em plena campanha eleitoral, só porque ele tem um lado político e é um lado diferente do establishment. Isso não é correto. Se fosse do outro lado, eu também criticaria isso”.

O senador apontou ainda que o TSE proibiu uma verdadeira lista de assuntos, por prejudicarem a campanha do ex-presidente Lula, ainda que se trate de fatos bem documentados e do depoimento de uma senadora. Ele questionou: “A pergunta é: essa censura influencia ou não as eleições?”. Girão lembrou ainda a proibição de se mencionar a conhecida amizade de Lula com um ditador e disse: “Então, o TSE calar isso, no meu modo de ver, é calar os conservadores, mais uma vez só para um lado, beneficiando o ex-Presidente Lula”. 

O senador fez um alerta aos cristãos sobre a manutenção e proteção de seus valores, lembrando que os petistas defendem o contrário em seus projetos, e disse: “Portanto, como se não bastassem todos esses escândalos de desvio, de corrupção nos Governos Lula e Dilma, esse é um motivo que, por si só, justifica, no meu modo de entender, uma definição clara para a Presidência da República no Presidente Jair Bolsonaro. Com todas as restrições que eu tenho, eu vou continuar fazendo o contraponto, visando a preservação de valores éticos e morais compatíveis com a nação justa, desenvolvida, que preserva a vida e a integridade da família, base fundamental de uma sociedade saudável”. 

A Constituição Brasileira, em seu primeiro artigo, afirma que os fundamentos da República são: a soberania, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa, e o pluralismo político. No entanto, para um grupo de pessoas, no qual o empresário Luciano Hang, mencionado por Girão, foi incluído, esses fundamentos parecem ser relativizados. 

O empresário foi investigado em um dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, tendo tido seus sigilos quebrados e até mesmo sofrido busca e apreensão, com base unicamente em uma reportagem que jamais apresentou qualquer comprovação de suas alegações. O empresário processou a repórter e o jornal, e, quando o caso foi analisado por um juiz de direito, reconheceu-se que a reportagem não atendeu ao menor dever de cuidado em averiguar os fatos. 

A Folha Política também foi alvo de inquéritos do ministro Alexandre de Moraes, sofreu busca e apreensão de todos os seus equipamentos, e teve seus sigilos quebrados. Assim como no caso de Hang, os inquéritos se baseiam em “relatórios” e “reportagens” que são tomados como verdadeiros, embora produzidos pela concorrência e sem qualquer compromisso com fatos. 

Com base no mesmo tipo de informação produzida por fontes suspeitas, o ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar toda a renda da empresa, assim como de outros sites e canais conservadores, com o apoio e elogios dos ministros do STF Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há mais de 15 meses, toda a renda do nosso trabalho vem sendo retida, sem qualquer previsão legal.

Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode ajudar a empresa a sobreviver, doe qualquer quantia através do Pix, utilizando o código que está visível na tela ou o código ajude@folhapolitica.org. Caso não utilize PIX, há a opção de transferência bancária para a conta da empresa Raposo Fernandes disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo.

Com sua ajuda, a Folha Política poderá continuar trazendo informação que o cartel midiático não quer que você veja. 


Comentários
0 Comentários

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...