sábado, 8 de outubro de 2022

Senador relata sofrimento de países vizinhos e faz apelo: ‘Nossos vizinhos querem vir para o Brasil. Por quê? Porque a esquerda acabou com os países deles’


Da tribuna do Senado, o senador Eduardo Velloso alertou os brasileiros sobre o perigo da volta de um governo de esquerda. O senador explicou que os estados do Norte do país conheceram os efeitos de governos de esquerda e fez um pedido. O senador disse: “Hoje, eu quero falar a todos que nos assistem que o Brasil está em perigo, em perigo da volta de um governo de esquerda. O Acre sofreu nesses 20 anos tudo que um governo de esquerda pôde fazer. Então, estou falando aqui a toda a nação brasileira: vamos pensar e refletir. Estamos prestes – pouco mais de 20 dias – a ter um segundo turno, no qual temos um governo de direita, um governo sério, um governo em que não existiu corrupção, em que a mídia bateu o tempo todo, um governo que fez, que melhorou a nossa acreditação mundial... O Brasil hoje está muito bem avaliado, sem corrupção, ou seja, na maioria do Brasil caiu a corrupção, não só no Governo Federal, ele está sendo um exemplo para todos os estados também”.

O senador pediu: “Então, peço a você que reflita na hora do seu voto. Nós temos que escolher entre um caminho de crescimento, um caminho de não perseguição ou um caminho da esquerda, que pode fazer com que o Brasil retorne a ser igual ao Acre há 50 anos. Rondônia escolheu um caminho da prosperidade e hoje é um dos maiores produtores na piscicultura, um dos maiores produtores de soja, de café, de leite, coisa que o Acre hoje não produz. Ele não produz nada, nem indústria nós temos praticamente. Criaram um parque lá, um parque de zona, e não tem nenhuma empresa, nenhuma indústria. Então, hoje, estamos sofrendo, e eu não quero que o Brasil sofra o que o Acre está sofrendo hoje!”. 

Após um aparte do senador Guaracy Silveira, o senador prosseguiu: “A maior votação do nosso Presidente veio de três estados: Roraima, Rondônia e Acre. Para você que está nos assistindo, eu estou falando isso sabe por quê? Porque nós fazemos fronteira, e nossos vizinhos são países de esquerda. E nós percebemos a dificuldade que é daquele povo. Nós não queremos o sofrimento por que aquela população passa!”

O senador fez um apelo: “por isso, Senadores, por isso, você, ouvinte, nós temos que tomar um lado: é o lado da direita, da prosperidade. Nossos vizinhos querem vir para o Brasil. Por quê? Porque a esquerda acabou com os países deles. Então, não queremos que o Brasil sofra o que nossos vizinhos estão sofrendo. É muito sério o que nós estamos falando. Nós estamos falando da vida, da esperança dos nossos filhos, dos nossos netos. Talvez muitos de nós estejamos com a vida resolvida. Mas não. Aqui, estamos lutando por um país, por um Brasil melhor, e eu também por um Acre mais próspero”.

No contexto atual do Brasil, muitas pessoas estão sendo tratadas como sub-cidadãos, pelo simples motivo de terem manifestado apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Por expressarem suas opiniões, são alvo de CPIs, de inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, ou são vítimas de medidas arbitrárias como prisões políticas, apreensão de bens, e exposição indevida de dados, entre outras. 

No chamado ‘inquérito do fim do mundo’, e nos inquéritos dele decorrentes, já houve: prisões políticas sem que houvesse sequer indiciamento das pessoas presas; imposição de uso de tornozeleira eletrônica e ‘prisão domiciliar’ em endereço diferente de onde as pessoas moravam; quebra de sigilo de parlamentares, inclusive de um senador; quebra de sigilos de pessoas e empresas, inclusive de veículos de imprensa; quebra de sigilos do ajudante de ordens do presidente da República; censura de veículos de imprensa e de parlamentares; bloqueio de redes sociais de jornalistas, veículos de imprensa e parlamentares; buscas e apreensões em empresas, residências - inclusive de um general da reserva -, residências de familiares, e gabinetes de parlamentares; proibição de contato entre pessoas, que muitas vezes, nem se conhecem; proibição a parlamentares de concederem entrevistas; intervenções no comando de partido político; entre outras. 

A totalidade da renda da Folha Política, assim como de outros canais e sites conservadores, está sendo confiscada a mando do ex-corregedor do TSE, Luís Felipe Salomão, com o apoio e aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há mais de 15 meses, todos os rendimentos do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode nos ajudar a continuar nosso trabalho, doe qualquer valor através do Pix, usando o QR Code que está visível na tela, ou com o código ajude@folhapolitica.org

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