sexta-feira, 11 de novembro de 2022

Coronel Chrisóstomo abre o jogo sobre ‘ditadura da toga’, Moraes e STF: ‘Se não podemos parlar, vamos ter que fechar o plenário’


Em pronunciamento no plenário da Câmara dos Deputados, o deputado federal Coronel Chrisóstomo, aliado do presidente Jair Bolsonaro, apontou o cerceamento infligido por Alexandre de Moraes, ministro do STF e presidente do TSE, contra parlamentares conservadores e de direita, o clima de censura e medo instaurado no Congresso Nacional e a necessidade de o Poder Legislativo reagir com vistas a restabelecer o Estado de Direito.

O oficial questionou, ademais, se os congressistas poderão dizer o que pensam sobre Lula: “Será que vamos poder falar que teremos um Presidente ladrão? Será que vamos poder falar que o Presidente é ex-presidiário, sem haver nada contra nós? Será que vamos poder falar isso permanentemente, manhã, tarde e noite, como eles faziam com o nosso Presidente Bolsonaro? Vamos poder falar: o Presidente que está aí é ladrão, o Presidente que está aí é um ex-presidiário? Será que nós vamos poder fazer isso ou vai haver algo de fora tentando nos impedir ou até nos impedindo de falar aqui? Digo isso porque os momentos que estamos vivenciando estão sendo assim. Não podemos falar, não podemos parlar. Se não podemos parlar, então, vamos ter que fechar o plenário. Não vamos poder avançar no que a Constituição nos permite: falar tudo aquilo que pensamos e desejamos”.

Dessa maneira, ele pontuou: “Eu acho que esta Casa tem que agir. Esta Casa tem que dar o rumo e fazer com que não haja interferência entre os Poderes. Os Poderes são independentes. Então, nós temos que ser respeitados. Eu, desde adulto, nunca vi acontecer no País — acho que nenhum de nós aqui, essa coisa de o Poder Judiciário agir contra o Poder Legislativo. Eu nunca vi isso. Tomara que isso se encerre e o Brasil possa caminhar como tem que realmente acontecer, cada um no seu espaço fazendo aquilo que a Constituição reza. Como diz o nosso Presidente Bolsonaro, vamos trabalhar nas quatro linhas”.

Ademais, o parlamentar frisou: “E não vou fugir da batalha, porque, aqui dentro a batalha, nos 4 anos futuros, será forte. Eu confesso que já sou ferrenhamente contrário ao Governo que está imposto a partir de 2023, sou oposição ferrenha”. 

A censura que vem se intensificando no Brasil atinge unicamente conservadores e já causou o fechamento de alguns veículos de imprensa. Mas a perseguição não se limita à censura e inclui muitas outras medidas, inclusive prisões políticas, devassas, buscas e apreensões, ass*** de reputações, entre outras. 

Grupos monopolísticos e cartéis que se associam com o intuito de barrar informações contrárias ou inconvenientes atuam em conluio com a finalidade de aniquilar qualquer mídia independente, eliminando o contraditório e a possibilidade de um debate público amplo, honesto, abrangendo todos os feixes e singularidades dos mais diversos espectros políticos. Controlando as informações, o cartel midiático brasileiro tenta excluir do debate e, em última instância, da vida pública, os conservadores e os veículos que dão voz a essas pessoas. 

A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 16 meses, toda a nossa receita é retida, sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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