domingo, 27 de novembro de 2022

Delegado Éder Mauro desmoraliza senadores e convoca reação contra o STF: ‘Estão de qu** para o STF’


Em pronunciamento no plenário da Câmara dos Deputados, o deputado federal Delegado Éder Mauro, aliado do presidente Jair Bolsonaro, convocou parlamentares a assinarem requerimento para investigar exorbitâncias, abusos de autoridade e violações à Constituição Federal perpetrados por ministros do STF. Além de ressaltar a importância da implantação de Comissão Parlamentar de Inquérito proposta pelo deputado federal Marcel van Hattem, o deputado abordou os motivos pelos quais crê que significativa parcela do Senado Federal está acovardada diante de atos arbitrários de Alexandre de Moraes, ministro do STF e presidente do TSE.

O delegado asseverou: “Hoje eu fiz questão de vir ao plenário convidar todos os Deputados que fazem parte desta Casa a assinarem a CPI do Deputado Marcel para apurarmos o abuso de autoridade do Supremo Tribunal Federal em relação principalmente à censura dos Deputados desta Casa. Nós não podemos ser covardes, como fomos lá atrás em relação ao Deputado Daniel, quando muitos se esconderam e deixaram que o Supremo fizesse o que quisesse. Não vamos fazer o que o Senado está fazendo, postando-se de qu* ante o Supremo Tribunal Federal”.

No ensejo, o congressista alfinetou: “Não tenha dúvida, Sr. Presidente, de que isso se deve ao fato de que muitos que estão lá, com algumas exceções, devem no Supremo. Estão de qu* porque devem lá no Supremo, como deve o Senador Jader Barbalho, junto com o seu filho Helder Barbalho. Por isso, eu convoco todos os Deputados a assinarem a CPI do Deputado Marcel”.

O deputado Marcel van Hattem, por seu turno, salientou: “hoje já somos reféns de uma ditadura do Judiciário. Hoje, o que temos no Brasil é uma ditadura do Poder Judiciário, de uma parte do Poder Judiciário, aquela que está justamente no topo. Por meio de decisões, tanto de Ministros do STF como de Ministros do TSE, estão agredindo a nossa Constituição, estão agredindo as nossas liberdades e garantias fundamentais, estão avançando sobre o poder deste Parlamento (...).  Ninguém, absolutamente ninguém, pode estar acima da lei; muito menos pode desferir ataques à Constituição e à cidadania quem jurou defender a ambas, quando chegou ao cargo que ocupa”.

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