segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Deputada Bia Kicis reconhece perseguição e afirma: ‘já não vivemos sob o império das leis’


Em sua live semanal, a deputada federal reeleita Bia Kicis admitiu que, com a expansão da censura, não é mais possível dizer que o Brasil ainda tenha algum traço de um país democrático. A deputada apontou que, mesmo no exercício do mandato e reeleita, está na mira para perder seus canais de comunicação, como ocorreu com outros parlamentares nos últimos dias, e na mesma linha da perseguição que vem sendo feita contra a imprensa conservadora independente há mais de três anos. 

A deputada apontou: “Isso é uma loucura, e é preciso dizer que nós já não vivemos sob o império das leis. Censura não combina com democracia. Democracia não admite censura. E nós, hoje, infelizmente, já não vivemos em um país democrático, já não vivemos sob o império das leis”. 

Bia Kicis afirmou: “é um momento ímpar na história do Brasil, e estamos todos muito angustiados. Então, temos que permanecer unidos e precisamos continuar tendo fé e esperança. A esperança tem duas filhas: a indignação e a coragem. A indignação, que faz com que a gente não aceite as coisas erradas e injustas. E a coragem é o que nos faz lutar contra aquilo que está errado. Então, meus amigos, força, fé, foco, muita coragem”.

A censura que vem se intensificando no Brasil atinge unicamente conservadores e já causou o fechamento de alguns veículos de imprensa. Mas a perseguição não se limita à censura e inclui muitas outras medidas, inclusive prisões políticas, devassas, buscas e apreensões, ass*** de reputações, entre outras. 

Grupos monopolísticos e cartéis que se associam com o intuito de barrar informações contrárias ou inconvenientes atuam em conluio com a finalidade de aniquilar qualquer mídia independente, eliminando o contraditório e a possibilidade de um debate público amplo, honesto, abrangendo todos os feixes e singularidades dos mais diversos espectros políticos. Controlando as informações, o cartel midiático brasileiro tenta excluir do debate e, em última instância, da vida pública, os conservadores e os veículos que dão voz a essas pessoas. 

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Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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