quinta-feira, 17 de novembro de 2022

Deputado Coronel Tadeu retruca mentiras de Lula no Egito: ‘O governo mais criminoso que já vi’


Em pronunciamento ao vivo, os deputados federais Coronel Tadeu e Luiz Philippe de Orleans e Bragança apontaram como o modelo conhecido como Sexta República, iniciado após o Regime Militar, chegou ao fim. Conforme Luiz Philippe, o Brasil vive uma encruzilhada em que a população, por meio de sua mobilização, decidirá se estará consolidada uma ditadura operada por uma organização criminosa ou se será fundada uma nova República por atuação do Congresso Nacional, pressionado pela movimentação popular com vistas a exercer uma oposição ferrenha a Lula.

Coronel Tadeu asseverou: ““Pode esperar aumento de impostos. Vão aumentar as despesas. Já começa com os 13 ministérios a mais que estão sendo anunciados. Cargos comissionados, logo nos primeiros 90 dias, vamos ter uma explosão de cargos comissionados para todos os lados, isso vai aumentar os gastos com pessoal. O Governo Lula será perdulário, irresponsável com as finanças. Eles vão estourar o caixa quando, na verdade, deveriam aproveitar a forma como Paulo Guedes passará o Ministério da Economia. Os estados com mais desemprego estão onde o PT ou outro partido de esquerda comanda. Piauí, Maranhão. Eles preferem fazer a política populista ao invés de chamar o povo para a briga, para trabalhar, para produzir. Eles invertem a ordem das coisas”.

Luiz Philippe, por seu turno, argumentou: “Se houver pressão popular, Lula vai ter muita oposição. Uma oposição séria, ferrenha. Ele não vai conseguir governar. Se não houver pressão popular nos deputados, ele vai atropelar. Teremos uma ditadura que a gente nunca viu ou imaginou antes. Aprovada pelos deputados, ainda. O fiel da balança será o Legislativo, que vai decidir se entrega o país a uma ditadura criminosa ou se ainda mantém uma República em evolução. Estamos vendo o fim da Sexta República. Estamos vendo o início de um combate a uma ditadura criminosa. Esse é o momento fulcral da nossa História. Não há como definir isso como sendo uma República com o STF agindo da maneira que está agindo. Acabou. Seis tentativas de fazer uma República fracassaram. O Congresso vai definir se vai apoiar esta ditadura, este encerramento de República, ou vai apoiar a criação de uma nova República. A vontade popular é justamente esta. A população não quer tolerar uma organização criminosa. Cheio de operações obscuras, falta de transparência, tomada da máquina pública”.

No ensejo, ele complementou: “A mídia está dizendo que não está acontecendo nada, praticamente. A mídia está completamente parceira de um grupo criminoso. Também é criminosa. Os omissos também são criminosos. Não dá para dizer que são isentos. Fazem parte da organização criminosa contra a população brasileira. Espero que a população brasileira cobre, faça oposição ferrenha. Eles têm narrativa, que não tem força nenhuma. Um modelo antigo, falido, que leva a resultados pífios e empobrecimento da população do país. É um desastre. Censura e tudo que está sendo feito. Fim da propriedade privada, perseguição política. A gente está vendo o início de uma ditadura”.

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