quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Deputado Lucas Gonzalez aponta ‘aberrações’ de Moraes, do STF, e repudia covardia do Congresso: ‘Colocar no devido lugar’


Em pronunciamento na tribuna da Câmara dos Deputados, o deputado federal mineiro Lucas Gonzalez protestou diante da subserviência do Legislativo e de outras autoridades ao que considera “afrontas, irregularidades e ativismo” do STF e do Judiciário como um todo. Conforme o parlamentar, o Congresso Nacional precisa reagir a Alexandre de Moraes, ministro do STF e presidente do TSE, uma vez que o ministro teria passado de “todos os limites”.

Gonzalez frisou: “Já há mais de 1 ano venho dizendo desta tribuna das afrontas, irregularidades e do ativismo do nosso Judiciário perante a população. O que o povo quer saber é quando o Congresso Nacional terá a coragem, a bravura necessária para colocar o Judiciário no seu devido lugar. E coloquemos os pingos nos "is", Alexandre de Moraes, que já passou de todos os limites. Ao longo do processo eleitoral, ao meu ver, devem ser marcas de um devido processo legal, marcas de um servidor público, marcas do serviço público: a publicidade, o espírito público, o dar calma à população, o responder aos eventuais questionamentos”.

Ademais, o congressista cobrou Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, e assestou as “aberrações” promovidas por Moraes: “Que Brasil é esse que se acovarda perante decisões monocráticas e individuais de um homem que sequer recebeu um voto. É censura retirar do ar, retirar de circulação, mandar bloquear redes sociais inclusive de colegas Parlamentares, com mandato e eleitos, entre eles o meu amigo Nikolas Ferreira, eleito por Minas Gerais, o mais votado do Brasil, que foi censurado por uma decisão do Alexandre de Moraes. Líderes religiosos, empresários, Deputados, políticos, líderes têm sido censurados. Isto é uma aberração para nós população”. 

A censura que vem se intensificando no Brasil atinge unicamente conservadores e já causou o fechamento de alguns veículos de imprensa. Mas a perseguição não se limita à censura e inclui muitas outras medidas, inclusive prisões políticas, devassas, buscas e apreensões, ass*** de reputações, entre outras. 

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Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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