sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Deputado Marco Feliciano faz intenso desabafo sobre Moraes e STF, aponta covardia de Pacheco e ressalta confiança em Bolsonaro


O deputado federal Marco Feliciano manifestou-se, por meio de suas redes sociais, a respeito do grave momento institucional enfrentado pelos brasileiros, fez críticas significativas ao modo de atuação do STF, revelou o medo que se apossou de muitos parlamentares, denunciou a covardia de Rodrigo Pacheco, presidente do Senado Federal, avaliou a desarmonia entre os poderes, a insegurança jurídica e o descumprimento da Constituição Federal. 

O parlamentar encetou: “Poucos sentimentos humanos são tão ruins, vergonhosos e paralisantes como a impotência, ou se sentir impotente. Traduza-se por impotente - falta de poder, falta de força ou meios para realizar algo que se deseja muito. Impossibilidade, mesmo. Desde o resultado do segundo turno das eleições, parentes, amigos, irmãos e até inimigos me questionam ou de mim debocham sobre o desfecho das eleições. E, impotente, eu tento responder tecnicamente, pois se eu desabafar, se eu falar o que penso, o que eu quero, e a conversa vazar e a imprensa dela se apropriar, eu corro o risco sério de um processo ou de perder a minha única forma de contato com aqueles que me seguem”. 

Segundo o parlamentar, o momento é inaudito, de modo que os deputados se sentem acuados: “Eu corro o risco de ser silenciado nas mídias sociais e talvez até perder o mandato. Eu jamais imaginei viver isso. Um deputado federal de 3 mandatos, reeleito para o quarto, está com receio de falar? A palavra parlamento vem de parlar. Eu fui eleito para falar, mas eu não posso, porque eu tenho receio, para não dizer medo. Eu não sou o único. Somos dezenas, somos centenas. E estamos todos acuados”. 

Dessa maneira, o congressista refletiu, avaliando como a Constituição Federal tem sido vilipendiada, resultando em insegurança jurídica e conflitos entre os poderes: “Primeiro, porque os únicos deputados que realmente têm poder para fazer alguma coisa são os líderes partidários e o presidente da Câmara. Em segundo, porque eu não sou senador, pois os senadores poderiam se mover, e o presidente do Senado já demonstrou a sua covardia (...). É claro e evidente que os três poderes estão em profunda desarmonia no Brasil. Um deles está acima de todos os demais. Por isso vivemos uma insegurança jurídica. A Constituição foi rasgada”.

Ademais, o parlamentar ressaltou a sua confiança no presidente Jair Bolsonaro: “Agora, não se pode questionar nada, nem ninguém. Eu estou triste, estou com vergonha. Sem nada poder fazer de fato, a não ser gravar esse vídeo e esperar uma punição (...). Nosso presidente, Jair Bolsonaro, deve estar se sentindo pior do que eu. Pois eu conheço, sei da sua garra, determinação e até de sua prudência, e creio que seu silêncio deve estar resguardado pela prudência. É nisso que eu quero acreditar. Eu ainda confio em Bolsonaro. Eu sou seu soldado”.

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