domingo, 27 de novembro de 2022

Deputado Otoni reage a Moraes e defende CPI e audiência: ‘como servidor público, tem satisfação a dar à população brasileira que paga o seu salário. Ditadura da toga’


Da tribuna da Câmara, o deputado federal Otoni de Paula relatou avanços no combate ao ativismo judicial desenfreado de ministros do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral. O deputado celebrou a aprovação de uma audiência pública, que será realizada no Senado, para a qual o ministro Alexandre de Moraes foi convidado, para prestar esclarecimentos sobre as eleições. 

O deputado Otoni de Paula disse: “quero parabenizar o Senador Girão por essa iniciativa. Espero que o Ministro Alexandre de Moraes compareça, porque será convidado, como servidor público, que tem, sim, satisfação a dar à população brasileira que paga o seu salário. Sr. Presidente, termino pedindo a sua vênia apenas para dizer ao povo brasileiro que tive a honra de assinar pedido de CPI para investigar abuso de autoridade que visa investigar nesta Casa abusos cometidos por Ministros da Suprema Corte. Vamos avançar, não podemos nos apequenar diante do avanço da ditadura da toga. O povo brasileiro espera de nós”.

O deputado também alertou sobre a responsabilidade do Congresso face a um possível governo petista: “A proposta econômica, o modelo econômico defendido pelo PT e pelo Lula já dá um sinal de que esta Casa precisa frear as loucuras e os delírios que o esquerdismo quer trazer principalmente para a macroeconomia do nosso País, com a falta de responsabilidade com a agenda econômica, com o rombo do teto de gastos e com a volta da cleptocracia”.

Otoni de Paula propôs uma PEC “para conter os delírios de Lula e do PT de pegar o dinheiro do Brasil e colocar esse dinheiro, que é do povo brasileiro, na mão dos seus amigos ditadores, na mão dos seus amigos socialistas, que já quebraram as suas nações e agora querem usar o dinheiro público brasileiro para fomentar o crescimento ou, quem sabe, a roubalheira em seus países”.


O assédio ao deputado Otoni de Paula, censurado a mando de Moraes, é parte de um assédio a um grupo de pessoas, tratadas como sub-humanos e cidadãos com menos direitos, por manifestarem suas opiniões livremente e por apoiarem o presidente Jair Bolsonaro. Medidas arbitrárias são tomadas contra essas pessoas, que têm seus direitos e garantias fundamentais desrespeitados. 

Além de ter tido a sede invadida e todos os seus equipamentos apreendidos, no âmbito de um inquérito do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que foi posteriormente arquivado por falta de indícios de crime, a Folha Política, atualmente, tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, com o apoio e o louvor dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há mais de 16 meses, todos os rendimentos do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. 

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