sexta-feira, 25 de novembro de 2022

General Girão defende manifestantes pacíficos e rebate Moraes, Carmen Lúcia e distorções da esquerda


O deputado federal General Girão, da tribuna da Câmara, comparou o tratamento dispensado às manifestações da esquerda e da direita, por parte de ministros de cortes superiores e da velha imprensa. O general lembrou uma série de eventos realizados pela extrema esquerda, coordenados por partidos, e questionou: “Seria isso um atentado à democracia e aos Poderes Constituídos? Aquele movimento foi considerado antidemocrático? Não. Nenhuma polícia foi fazer parte de nenhum tipo de apuração, investigação ou cerceamento da liberdade de expressão”. 

O general lembrou ainda o bloqueio de rodovias pelo MST e disse: “Em nenhum desses momentos a polícia estadual entrou para dar borrachada ou para jogar gás lacrimogênio nos manifestantes”.

Girão ironizou: “O mais engraçado é que se tratava de uma decisão do mesmo Supremo Tribunal Federal de hoje, dos amigos, dos amiguinhos que o receberam carinhosamente, com a mãozinha no rosto, com abraços carinhosos e até beijinhos. Engraçado isso”.

O general comparou: “quando a manifestação é de direita, prontamente a mídia vem reclamar, a imprensa vem reclamar totalmente. Até nesta Casa os políticos da Esquerda ficam falando mal, dizendo que são atos antidemocráticos e, pasmem, pior do que isso, reclamando do fato de que crianças foram levadas pelos pais, que estão lá democraticamente”.

General Girão alertou: “Hoje vivemos um quadro de absoluta insatisfação de parcela da população com arbitrariedades cometidas por um dos Poderes da República que deveria demonstrar ser imparcial, mas não é, e a parcialidade é máxima, total. Isso é um absurdo! Isso não é um Estado Democrático de Direito! Isso é coisa de Estado autocrático, o que não podemos aceitar”.

No Brasil atual, a liberdade de manifestação não é reconhecida de forma igual para todos. As manifestações promovidas por partidos de esquerda, sindicatos e coletivos, divulgadas pela velha imprensa e por sites e canais de internet, não estão sujeitas a qualquer investigação sobre seu financiamento ou qualquer questionamento sobre se as ideias que defendem seriam “democráticas” ou “antidemocráticas”. Mesmo quando há cartazes pedindo ditadura, depredação de patrimônio público e privado, ou agressões a políticos e cidadãos, nada disso é considerado um “ato antidemocrático”.

Milhões de pessoas foram às ruas para pedir liberdade e respeito à Constituição, incluindo a liberdade de expressão, a liberdade de culto, a liberdade de ir e vir, entre outras. Essas manifestações pacíficas tornam-se alvo de inquéritos sigilosos, alimentados por “notícias” da velha imprensa, nos quais manifestantes e jornalistas que cobrem as manifestações são perseguidos, presos, censurados, e têm seus bens apreendidos. 

A renda da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. A decisão confisca, de forma indiscriminada, todas as receitas advindas do Youtube, indicando claramente que a intenção não é a de excluir conteúdos específicos, mas sim de calar o canal e eliminar a empresa. Há 16 meses, toda a nossa renda é retida sem base legal. 

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