sábado, 19 de novembro de 2022

Ministro de Bolsonaro, Sachsida derruba narrativas da velha mídia e desafia: ‘Olhem os dados’


O ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, palestrou durante o evento de celebração do Aniversário de 30 anos da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia. Sachsida comparou o governo Bolsonaro com os anteriores e com outros governos pelo mundo, e apontou os impressionantes resultados do Brasil. Ele disse: “O país da sabedoria econômica foi o Brasil. O da insensatez foi um conjunto grande de países que tentou controlar preços de energia, criou novos tributos, nacionalizou empresas. O resultado de tudo isso: pela primeira vez na História, a inflação brasileira vai ser menor que a americana, a inglesa e a alemã. E o PIB brasileiro vai crescer mais que os Estados Unidos, a Inglaterra, a Alemanha e até mesmo a China”.

O ministro ironizou o comportamento da velha imprensa e de alguns meios alegadamente acadêmicos, que criam narrativas ignorando os fatos. Ele disse: “Gosto do Marx, mas o Groucho Marx, o comediante, que diz: ‘Você vai acreditar em mim ou em seus olhos?’. Algumas pessoas o estão levando a sério. Estão acreditando nele e não nos seus olhos. Eu acredito em Deus. Todos os demais precisam trazer os dados. Vamos olhar os dados, não as narrativas. Por três anos consecutivos, o mercado errou o PIB por mais de dois desvios padrões”.

Sachsida deu alguns exemplos dos erros gritantes nas previsões sobre o governo Bolsonaro: “O FMI disse que o Brasil ia cair 9,1% no PIB em 2020. Dado oficial do IBDE: queda de 3,3%. 2021: FMI disse que o Brasil ia crescer 2,8%. Cresceu 4,3%. Vamos olhar 2022: o FMI disse que o Brasil ia crescer 0,3%. O Banco Mundial, 1,4%. O Focus, em janeiro, dizia que ia crescer 0,28%. Inclusive, analistas de bancos famosos dizendo que o PIB iria cair meio por cento. O Focus de novembro indica um crescimento de 2,7% do PIB. Nove vezes maior que a expectativa do começo do ano. Isso não é normal. É um erro gigantesco de estimativa. Há um país imaginário na cabeça de alguns e há um país em que os dados, consistemente, mostram outra coisa”.

Ademais, o ministro apontou matérias de Correio Braziliense, Poder 360 e Infomoney, as quais previam desastres fiscais, rombos de mais de R$200 bilhões e 10 anos de déficit primário. Sachsida mostrou como, diferentemente de tais previsões, as contas do setor público fecharam 2021 “no azul” em R$64,7 bilhões, implicando o primeiro resultado positivo em 7 anos. 

Sachsida salientou: “Este é o primeiro governo que, em ano eleitoral, gastou menos, em relação ao PIB, do que quando assumiu”. Ao mostrar uma matéria da Revista VEJA sobre o que nomearam ‘PEC Kamikaze’, Sachsida evidenciou como, meses depois, o mercado previu superávit de mais de R$40 bilhões em 2022 e, em setembro, consolidou-se o melhor resultado para o mês em 12 anos.

O ministro retrucou: “Isso está escrito. Os links estão aí. É só pegar o que a pessoa escreveu e comparar com o que aconteceu. Eu quero ser avaliado assim. Se, toda vez que você fala uma coisa, ocorre o contrário do que você falou, você tem que rever o que está falando. Agora, temos outra narrativa: PEC da Transição. Afinal de contas, PEC Kamikaze é coisa do passado. Junto com emendas de relator, não é mais orçamento secreto (...)”. 

Dessa maneira, o ministro retrucou novas narrativas da velha imprensa relacionadas a Lula e à sua equipe: “A nossa política econômica sempre se pautou por um modelo de equilíbrio econômico geral. Toda vez que aumentávamos o gasto em um momento, travávamos o aumento de gasto futuro ou compensávamos via arrecadação. Não pode dizer que o governo da PEC da Transição vai gastar o mesmo que o Governo Bolsonaro gastaria. Nós, ao mesmo tempo, travamos o gasto futuro, reduzimos o presente ou apresentamos compensação”.

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