segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Senador Carlos Portinho defende convocação de institutos de pesquisa: ‘saber se são erros graves de metodologia ou se existe algo pior’


Durante sessão da Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor, do Senado Federal, o senador Carlos Portinho defendeu a realização de uma audiência pública com representantes dos principais institutos de pesquisa eleitoral do país, além de cientistas políticos e outros especialistas na área. 

O senador explicou que, na eleição de 2022, houve a repetição dos mesmos erros que já se tornaram recorrentes nesse ramo, com a divulgação de pesquisas eleitorais sem qualquer conexão com a realidade. Portinho disse: “As eleições de primeiro turno, no corrente ano de 2022, mais uma vez, demonstram erros nas pesquisas de intenção de votos, para além das margens de erro esperadas, com divergências severas entre o que as pesquisas apontavam e o que as urnas demonstraram. Isso não apenas para a Presidência da República, mas também para diversos governos estaduais e para o Senado Federal”. 

O senador apontou: “É preciso discutir seriamente esse tema, saber se tudo não passa de erros graves de metodologia ou se existe algo pior, como a intenção deliberada dos institutos e/ou de seus contratantes, de manipular a opinião dos eleitores”.

O senador lembrou ainda que muitas das pesquisas são contratadas por grandes veículos da velha imprensa, que então divulgam essas pesquisas com mais alarde do que as que não foram contratadas por eles. Portinho sugeriu: “é válido que esses mesmos veículos de mídia, de divulgação, de informação tenham a obrigação de informar também os resultados de outras pesquisas públicas protocoladas no Tribunal Regional Eleitoral para dar o direito à informação do eleitor”.

Portinho afirmou que ouvir os representantes dos institutos de pesquisa sobre suas escolhas metodológicas, assim como suas explicações para as amplas divergências entre os resultados das pesquisas e o que se verifica nas urnas, pode contribuir para o aperfeiçoamento da legislação. Ele apontou: “Posso me convencer dos argumentos, inclusive, dos institutos de pesquisa. Mas o que eu estou vocalizando aqui são dúvidas que a sociedade brasileira, ao final desse processo eleitoral, desse processo que deixou suas marcas, exige que nós aqui possamos disciplinar, até para que os bons institutos prevaleçam, aqueles que têm regras claras, transparentes”.

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