sábado, 5 de novembro de 2022

Senador eleito Magno Malta defende manifestações pacíficas: ‘Vocês estão exercendo um direito constitucional’


O senador eleito Magno Malta, em vídeo divulgado pelas redes sociais, apontou como as manifestações pacíficas e ordeiras são um direito dos cidadãos. O senador disse: “Nossa esperança, a nossa fé, está em Deus. E nós não podemos nos afastar um milímetro sequer dessa nossa confiança. Direito de ir às ruas e protestar. Direito de ir às ruas dizer o que você pensa e o que você quer. Até porque essa Constituição que nós temos, chamada de Constituição cidadã, há uma frase de Ulysses Guimarães que diz: “só o povo pode ajudar o povo”. Todo poder emana do povo - do povo, para o povo, pelo povo. Vocês estão exercendo um direito. Estamos exercendo um direito. Nenhum de nós está cometendo qualquer tipo de crime. As pessoas não estão na rua, vocês não estão na rua cometendo crime, barbárie, queimando ônibus, atacando pessoas. Simplesmente, ordeiramente, como brasileiros. Qual o crime que há nisso? Nenhum”. 

Magno Malta apontou que seu perfil no Instagram sofre restrições e que novos seguidores recebem uma espécie de “alerta” contra ele, e disse: “eu só sou um brasileiro, senhores do Instagram. Um brasileiro que ama o seu país, e inconformado com o que aí está. Ou eu não posso me inconformar? Me torno um criminoso se não me conformar com aquilo que não quero conformar?”. O senador eleito disse: “o apóstolo Paulo diz: não vos conformeis com esse mundo, mas transformai-vos pela renovação de vosso entendimento. E eu não quer me conformar. Eu não me conformo com essa pregação de ideologia de gênero, aborto, de legalização de droga. É meu direito. Eu amo a minha pátria, meu chão, meu torrão natal. E eu digo a você: continue confiando”. 

No contexto atual do Brasil, muitas pessoas estão sendo tratadas como sub-cidadãos, pelo simples motivo de terem manifestado apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Por expressarem suas opiniões, são alvo de CPIs, de inquéritos secretos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal, ou são vítimas de medidas arbitrárias como prisões políticas, apreensão de bens, e exposição indevida de dados, entre outras.

Sem justificativa jurídica, o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, decidiu confiscar a renda de sites e canais conservadores, para destruir empresas privadas das quais discorda. A decisão, que incluiu a Folha Política, confisca todos os rendimentos da empresa, e teve o apoio e aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. “Marcar” pessoas e fechar empresas por motivações políticas são atitudes que já foram observadas na História, mas nunca em democracias. Na verdade, são atitudes que só foram vistas nas mais cruéis ditaduras. 

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