domingo, 27 de novembro de 2022

Senador Lasier Martins rechaça ‘PEC da Gastança’: ‘cheque em branco para quebrar o país’


Em discurso na tribuna do Senado, o senador Lasier Martins criticou a PEC proposta pela equipe de Lula para estourar o teto de gastos, chamando-a de “PEC da Gastança” ou “PEC do Estouro”. O senador lembrou: “A história registrou e os brasileiros conhecem bem os prejuízos bilionários aos cofres públicos e os desvios em fundos de pensão, estatais e bancos públicos, em obras superfaturadas tocadas por empreiteiras corruptas a formarem o maior esquema de corrupção da história brasileira e um dos maiores escândalos já vistos no mundo – sabem todos do que estamos falando. Sabem também que foi um longo tempo de 14 anos de resistência às reformas estruturantes, necessárias para o país crescer e distribuir renda de forma sustentável”.

O senador apontou que as declarações de Lula e de sua equipe já causam apreensão e medo nos mercados e na sociedade. Ele exemplificou: “A condenação da estabilidade fiscal, com aceno a uma gastança desenfreada em nome de uma retórica prioridade pelo social, já derrubou as bolsas e impulsionou o dólar e os juros futuros”.

Lasier Martins afirmou: “A ordem do novo Governo é gastar, gastar em favor do social, quando se sabe que esse descontrole só vai penalizar justamente as classes menos favorecidas, com mais inflação, juro e desemprego. Por que não optar pela responsabilidade e pela competência, buscando maior eficiência de gastos, revendo alocação de recursos? É algo mais complexo do que simplesmente contornar instrumentos de controle fiscal, mas é o mais justo e correto. Infelizmente, estaremos caminhando para o fim do Governo que sai e o início do Governo que chega com uma perspectiva expansionista de gastos, nada sustentável e muito preocupante”. O senador comparou o governo prudente de Bolsonaro às propostas de Lula e disse: “O Parlamento e a sociedade precisam ficar vigilantes, não dar-se um cheque em branco para quebrar o país. E aí que Deus e a democracia nos protejam. Será a alternativa”.

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