domingo, 20 de novembro de 2022

Senadores e deputados reagem a Lula, confrontam ‘PEC do estouro’ e se unem contra ‘rombo’ bilionário


A proposta da equipe de Lula de apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição para furar o teto de gastos para cumprir promessas de campanha causou indignação na sociedade e levou parlamentares a iniciarem uma articulação para impedir a aprovação do absurdo. 

O senador Lasier Martins admoestou: “SEM TETO E SEM NOÇÃO. O presidente eleito confirma dia após dia aquilo que todos temíamos. Suas declarações públicas revelam um governo populista, sem qualquer respeito pelo dinheiro público e que alimenta a inflação e os juros, jogando contra os investimentos e os empregos, prejudicando as classes menos favorecidas. Muito mais que o mercado, o Congresso e a sociedade precisam continuar em alerta para esse desastre anunciado para a economia”.

O senador Plínio Valério anunciou: “Do jeito que enviaram a ‘PEC Sem Teto’, não voto a favor nem a pau. Caso contrário seria aceitar a condição de ‘mané’ que o PT e o ministro Barroso querem nos impor. O Congresso Nacional não é quintal do PT. E nós, brasileiros, não somos manés #respeito”.

O senador Carlos Portinho relatou: “Frustramos a manobra. No Senado conversamos e construímos. Não será no atropelo. Não será sem diálogo. Rodrigo Pacheco, respeite o Senado. Demos uma breve demonstração da nossa força hj! A Sociedade exige respeito. Não vão condenar nosso futuro com essa PEC! Tragam o futuro Ministro da Economia Fernando Haddad para explicar a PEC da Gastança, seus impactos, como vai recuperar o rombo ao longo do ano e para que ele avalize? Por que não?  Todas as propostas econômicas no governo Bolsonaro foram pessoalmente negociadas por Guedes e o Congresso”.

O senador Luis Carlos Heinze, por seu turno, analisou: “A PEC fura teto é um cheque em branco para um grupo político que nada de braçada na corrupção! Para garantir o Auxílio Brasil precisamos de R$ 50 bilhões! O texto original não passa. De minha parte esperem oposição!”.

O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança avaliou: “Não há urgência ou justificativa para votar a PEC da Inflação. É o centrão da Câmara e do Senado querendo agradar o bandido pautando essa bomba para receber apoio. A culpa pelo aumento de preços e de impostos será dos deputados e senadores. #NAOPECDAINFLACAO. 

Dólar está só decolando com as expectativas de alta de inflação geradas pela PEC da Transição. Para a moeda não entrar em órbita, o mercado não pode ficar sabendo que o P** sempre visou aumento geral de impostos, controle do câmbio e imposição de limites para saída de capital. 

Gerar uma crise como na Venezuela, Argentina, Bolívia, Chile etc é só uma etapa. O objetivo do P** é transformar o Brasil e os demais numa só região empobrecida, dependente, sem voz e sem classe média para controlarem tudo e todos sem oposição. 

O calabouço para aonde o P** quer nos levar já foi determinado. Amenizar o discurso pode agradar os economistas por um tempo, mas não altera em nada o curso e objetivo final. Como dizia Olavo Setúbal, ‘economistas sabem projetar tudo sobre o mercado, mas nada sobre política’”.

O deputado federal Paulo Eduardo Martins, candidato ao Senado pelo Paraná nas eleições 2022, advertiu: “O PT não quer furar o teto de gastos, ele quer destruir. Votaram contra o teto e contra todas as medidas de austeridade fiscal propostas desde FHC. Acreditar que querem somente uma licença temporária para depois respeitar o teto é pueril. A PEC do PT merece a lata do lixo”.

Fábio Faria, ministro das Comunicações do Governo Bolsonaro, opinou: “Essa PEC já está fazendo estragos e vai custar caro para o Brasil. Compromissos sociais são fundamentais e foram ampliados no governo, mas sempre com responsabilidade fiscal. O mercado não é uma pessoa, um especulador. É um medidor que sabe se as ações que o governo está tomando são necessárias ou populistas. Quando o mercado reage, é porque a capacidade da União de fechar as contas está comprometida. Com a ‘intenção’ de fazer uma PEC social, o efeito será exatamente o contrário. Dólar explodindo, juros altos, inflação alta, risco Brasil subindo e o pobre será o mais penalizado. Tiro no pé!”.

O deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, satirizou: 

“Novo dicionário da imprensa brasileira:

Orçamento secreto = Emenda de relator

PEC Fura Teto = PEC da transição

Corrupção = Conflito ético.

Só não entendo por que chamam essa PEC de PEC da transição, quando na verdade é a PEC Fura Teto.

Se isso se concretizar teremos

+ juros

+ inflação

+ desemprego

Quem vai se dar mal? O PT? Não, o pobre, pessoal do PT estará nos jatinhos dos amigos”.

O deputado federal Carlos Jordy rechaçou: “A PEC da “transição” foi apresentada. Dentre os vários pontos da proposta, a mais grave é excluir o bolsa-família do teto de gastos e sem prazo. Não há definição de valor nem de adicionais. É um cheque em branco. O rombo poderá ser de 300 BI. É uma ode à irresponsabilidade fiscal”.

Carmelo Neto, Deputado Estadual mais votado do Ceará nas eleições 2022, explicou: “Todo o legado de Bolsonaro em reduzir a dívida bruta para 77,5% do PIB está sob ameaça pela PEC do Rombo de Lula, que pretende aprovar R$175 bi em crédito extraordinário. A XP apontou que isso pode fazer a dívida subir para 97,5% do PIB. Quando isso acontecer, faz o L!”.

O investidor Leandro Ruschel, membro do conselho da Brasil Paralelo, argumentou: “A apresentação da PEC da Gastança deixa claro que o objetivo do PT é destruir o Brasil... mais uma vez. Faz o L, otário! PEC da Picanha prevê R$ 200 bi de gasto além do Teto, sem limite de tempo. Argentina, aqui vamos nós. Faz o L!”.

Alan Ghani, PhD em Finanças USP/UTSA, citou: “PEC da Transição = PEC da Transição para virar ARGENTINA. XP traz relatório dizendo que se a PEC da transição (transição para virar Argentina) passar, a dívida pública chega a 92% do PIB. É endividamento de pandemia sem ter tido uma pandemia. Esse endividamento nos coloca em risco de calote. Faz o L para não quebrar, mané. Grande mídia reconhecendo o caos da PEC de transição. Agora, ou fazem o L, ou construam um DeLauren para voltar no tempo e apertar o 22”.

Klauber Pires comentou: “O dinheiro que o Ladrão quer na PEC da picanha já fez as malas e fugiu do Brasil”.

O jornalista Kim Paim questionou: “PEC pode gastar em 4 anos o que a reforma da previdência ia economizar em 10! Quem vai assinar o pedido de IMPEACHMENT? Por favor, senadores Eduardo Girão, Luís Carlos Heinze, Carlos Portinho, alguém precisa parar a PEC do ROMBO. Uma coisa é garantir o Auxílio Brasil, outra é dar um cheque em branco e destruir a responsabilidade fiscal”.

O jornalista Cláudio Humberto relatou: “Não leva fé: O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), divulgou agenda da semana que vem sem nenhuma menção à análise da PEC fura-teto. O pior é que a volta ao trabalho é chamada de ‘esforço concentrado’”. 

O economista João Henrique da Fonseca comentou: 

“### SENADOR TASSO JEREISSATI (PSDB-CE) DIZ QUE PEC DA TRANSIÇÃO É "ABSURDA" E DIZ QUE VOTARÁ CONTRA.

### JEREISSATI É O PRIMEIRO NOME DE PESO QUE APOIOU LULA E QUE AGORA BATE DE FRENTE COM O GOVERNO ELEITO. .

Pessoal que fez o L realmente se arrependeu antes o L assumir.

### SENADORES SE ASSUSTAM COM REAÇÃO DO MERCADO.

### ALCOLUMBRE FALA EM APROVAR APENAS 1 ANO NA PEC, E NÃO TODOS OS 4 ANOS. Pessoal percebendo que se forem sócios dessa tragédia serão cancelados nas urnas.

O Centrão tem que ser muito burro para apoiar uma PEC que autoriza gastança por 4 anos. É muito mais vantajoso para o Centrão aprovar um ano só e ter a oportunidade de negociar gastos todos os anos. Se aprovarem 4 anos, Lula não precisará mais deles. Lula está de salto alto. 

Além disso, deveriam aprovar uma PEC totalmente desidratada - mesmo que seja só em um ano. Se for gorda demais, o Mercado pode estourar do mesmo jeito.  Quanto menos derem a Lula, melhor para a economia e melhor para eles mesmos (terão mais margem de negociação com o Executivo).

Juros futuros subindo com a PEC da Gastança. Suponha que uma Empresa deva R$500 milhões indexados ao CDI. Se a SELIC subir 1%, a Empresa gastará mais R$5 milhões/ ano de juros. Para bancar isso, terá de cortar custos e provavelmente demitir, isto é, Lula ferrando os mais pobres.

O GLOBO: ROMBO ESTIMADO COM A PEC DA TRANSIÇÃO SOBE DE R$175 BILHÕES PARA R$197 BILHÕES POR ANO.

Se combinar direitinho o rombo com o dinheiro público vai chegar a R$1 TRILHÃO em 4 anos. Confia”.

O publicitário Felipe Pedri pontuou: “Vamos chamar as coisas pelo nome: é uma PEC BOLIVARIANA na largada”.

A advogada e comentarista política Fabiana Barroso referiu: “Senadores e deputados estão preocupados se terá a PEC para gastar mais dinheiro público. Fingem não ver o povo nas ruas. Esse comportamento deles só dá mais combustível”. 

Renato Giraldi aferiu: “A PEC do ROMBO é um atent* à soberania do Brasil, ao destruir a economia o Dilmo só deixa "mais em conta" os ativos estratégicos da nação. A PEC do ROMBO pode ser considerada como pedalada fiscal? Quem vai assinar o IMPEACHMENT?”.

A deputada estadual Janaína Paschoal comentou: “A tal PEC é aberta demais. Não vejo com bons olhos sua aprovação. Estão começando mal! Se o PT não inchar a máquina, não precisa romper o teto. O social é importante? Abandona a ideia estapafúrdia de criar Ministérios! É fácil! Essa Pec deveria ser engavetada!”.

O analista Tiago Guitián Reis qualificou: “A PEC de Transição é uma bom* atôm* nas contas públicas”.

Em entrevista à Jovem Pan, o deputado federal Bibo Nunes, aliado do presidente Jair Bolsonaro, analisou: “Não vamos permitir que um desgoverno comece assim desrespeitando o lado fiscal, que é muito importante. É preocupante quando um governo começa desta maneira. Preocupado com o  assistencialismo e em garantir os seus votos adiante, e não se preocupando com o futuro do país. Se nós não tivermos um controle fiscal rigoroso vai acontecer o dólar subindo, a bolsa caindo, risco Brasil aumentando e a inflação aumentando. E vai acontecer o que? Mesmo furando o teto e dando esse dinheiro, o Brasil vai acabar quebrando porque não tem mais o controle fiscal. Esta PEC não pode passar em hipótese alguma. É um governo que, antes de assumir, já está mostrando a sua total irresponsabilidade fiscal. Um governo que já se demonstra, como foram das outras vezes, um governo preocupado simplesmente em fazer benesses à população. Durante inúmeros anos os petistas se beneficiaram do Bolsa Família, onde a média era de R$ 193 e as pessoas do Norte e Nordeste se acostumaram a receber essa cota de miséria, se acostumaram com o tempo (…). Essa PEC não é para um auxílio, auxílio é por um tempo e não o tempo todo. Imagina pedir quatro anos de fura teto para puro assistencialismo. Quando alguém ganha sem trabalhar, outros trabalham para pagar o salário. Porque isso não é auxílio, já vira um salário de quatro anos. Auxílio é por um tempo e não o tempo todo. O que fazem essas pessoas que trabalham? Começam a se sentir idiotas. Estão trabalhando para pagar quem não trabalha (...). É um governo que não tem noção de economia, é um governo que está perdido. O presidente, o descondenado Lula, ele diz que a bolsa cair e o dólar subir, paciência. Ele não tem noção do que é o mercado financeiro. Isso não é no Brasil, é no mundo. O mercado é quem regula. O risco brasil crescendo pelas irresponsabilidades que este governo está demonstrando”.

O economista Henrique Esteter disse: “R$ 200 bi fora do Teto deixará o rico mais rico e o pobre mais pobre. Se você não entende essa relação, ‘paciência’. Pode xingar a vontade. Ps: acredito que a PEC deverá mudar bastante até a aprovação. O debate aqui não é esse”.

O empresário Otávio Fakhoury lamentou: “PEC dá a Lula poder maior que o de Bolsonaro sobre Orçamento. Pra quem ainda esperava do Congresso Nacional alguma atitude para preservar/restaurar o estado democrático de direito, aqui vai mais um tapa na cara! Ele$$ não farão nada!”.

O planejador financeiro Renato Breia, por sua vez, comentou: “Sugestões de nomes: PEC da Vingança. PEC FazuEli. PEC da Pedalada. PEC Venezuela. PEC Foro de São Paulo. PEC Boa Sorte. PEC Dilma III”.

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