quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

Deputado Carlos Jordy rebate hipocrisia da esquerda: ‘querem calar os seus adversários políticos, querem dizimar a oposição e o contraditório’


Da tribuna da Câmara, o deputado federal Carlos Jordy rebateu narrativas da extrema-esquerda, que defende e aplaude a censura e a perseguição política promovidas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral. O deputado apontou: “Muitas vezes nós vimos aqui Deputados de esquerda encherem a boca para falar de democracia, e a democracia se tornou um termo tão prostituído, um termo vazio. O que parece, para mim, ser a visão deles sobre democracia é aquela frase de Millôr Fernandes: "Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim". Com toda essa escalada de censura, com toda essa ditadura do Judiciário eles se regozijam. Aplaudem tudo isso que vem acontecendo aqui no Brasil, simplesmente por tudo isso ser contra seus adversários, os políticos conservadores, os políticos de direita”.

O deputado lembrou alguns dos abusos mais escancarados do ministro, como a prisão de deputado federal no exercício do mandato por palavras em vídeo, em flagrante violação ao art. 53 da Constituição, e ontem, o afastamento de um prefeito. Jordy perguntou: “ninguém percebe que nós estamos vivendo um estado de exceção, um estado em que não há respeito aos preceitos constitucionais?”. O deputado alertou: “O que nós estamos vivendo é um momento grave de uma ditadura do Judiciário”.

Em resposta a um deputado de extrema-esquerda, o deputado lembrou: “Qualquer ato hoje que seja conflitante com o que Alexandre Moraes e alguns Ministros acham que são os adequados e que eles queiram punir aqueles que estejam cometendo esses atos, ele nomeiam como atos antidemocráticos e fazem esse avanço de totalitarismo, de destruição das liberdades e garantias individuais, como vêm fazendo, inclusive de Deputados que gozam, como dispõe o art. 53, de imunidade imaterial”.

Em outro momento, o deputado lembrou que parlamentares e outros agentes políticos da esquerda já se manifestaram abertamente contra o STF e tiveram sua liberdade de expressão respeitada. Jordy afirmou: “Eles aplaudem e justificam tudo isso que tem acontecido, e eu tenho certeza de que, na verdade, eles sabem que estão errados, eles sabem que não têm embaixo dos seus braços a Constituição que disseram que guardariam ao assumir seus mandatos. Defendem essas ações de forma conveniente, por serem dirigidas aos seus adversários, demonstrando que não defendem a democracia, que não defendem a Constituição. O que eles defendem é o próprio umbigo, poisquerem calar os seus adversários políticos, querem dizimar a oposição e o contraditório. Essa é a hipocrisia desses que sempre disseram que lutavam por democracia, por liberdade. Nós defendemos, sim, a liberdade, ainda que seja de pessoas que cometem os mais bárbaros crimes de opinião, como eles fazem. Defendemos, sim, as prerrogativas parlamentares, as prerrogativas do art. 53 e do § 2º do mesmo artigo, que fala da imunidade material e da imunidade formal. Não se esqueçam, hoje somos nós, mas pau que dá em Chico dá em Francisco também”.

A ditadura da toga segue firme. O Brasil tem hoje presos políticos e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 17 meses, todos os rendimentos do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo e as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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