quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Deputado Marcel Van Hattem perde a paciência e ‘esfrega’ verdades sobre Lula frente a frente com petistas


Durante sessão do plenário da Câmara, o deputado Marcel Van Hattem se exaltou ao expor as mentiras utilizadas como “argumento” para aprovar a PEC do Lula. O deputado disse: “Eu estou assistindo aqui a um stand up do PT, com Deputados subindo à tribuna que nos faz até chegar às gargalhadas. Pena que a situação não é cômica! É tragicômico ouvir o PT dizendo que gosta de pobre. O PT odeia pobre!”.

O deputado lembrou que, nos 14 anos em que o PT esteve no poder, o número de desempregados aumentou e as estatais foram destruídas, assim como a economia, enquanto os bancos tiveram lucros exorbitantes. Van Hattem questionou os valores da PEC, muito superiores ao necessário para o pagamento do Auxílio Brasil, e disse: “Para os pobres? Que mentira deslavada! No máximo, Deputado Terra, pelos cálculos da própria consultoria aqui da Casa, 70 bilhões de reais, estourando, são para manter os benefícios em 600 reais e mais outros benefícios acoplados. O resto — são quase 170 bilhões de reais! —, 100 bilhões de reais, é gastança, é para o PT torrar, para o Lula torrar!”

Van Hattem disse: “Onde este Parlamento está com a cabeça? Onde estão com a cabeça os Parlamentares que defendem esta PEC para propor um negócio desse neste momento do País? Com certeza, não é na defesa dos mais pobres, porque quem vai ganhar com isso é o rico. Repito, vai aumentar o juro, vai aumentar a inflação. O rico sabe se defender da inflação, o rico ganha com juro, em especial os banqueiros, que o PT e a Esquerda adoram. No discurso, dizem que é contra, mas adoram, amam de paixão, beijam na boca! Beijam na boca! Banqueiro eles amam! Pobre o PT odeia! Não venham com esse discurso demagógico aqui na tribuna que não cola — jamais colará!”

O direito à propriedade e o respeito à livre iniciativa têm sido relativizados no Brasil. Para uma “classe” de cidadãos, caracterizados pela velha imprensa como “bolsonaristas”, as garantias e direitos fundamentais estão suspensos. Em CPIs e em inquéritos conduzidos nas cortes superiores, cidadãos e empresas ficam sujeitos a quebras de sigilo, devassas, prisões políticas, buscas e apreensões, e confiscos. As investigações se originam de “relatórios”, “matérias” e “reportagens” produzidos pela concorrência, que são tomados como verdadeiros sem questionamento, assim como depoimentos de testemunhas suspeitas. 

Toda a renda da Folha Política, assim como de outras pessoas e empresas conservadoras, está sendo confiscada, a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão monocrática em um inquérito administrativo. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos e CPIs, a intenção é impedir o funcionamento das empresas ao privá-las de suas fontes de renda. A decisão de Salomão foi elogiada pelos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há mais de 17 meses, toda a renda do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica.

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