quarta-feira, 28 de dezembro de 2022

Guedes se revolta com difamações sobre Bolsonaro e reage: ‘Enfrentamos uma guerra e vencemos’


Durante apresentação do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 5º Bimestre de 2022, o ministro da Economia, Paulo Guedes, fez uma avaliação do governo Bolsonaro, rebatendo mentiras e narrativas como a da “herança maldita” que o governo deixaria. Guedes disse: “Nós enfrentamos, virtuosamente, meritoriamente, cooperativamente, uma guerra. Vencemos a guerra. Vamos aceitar, agora, o discurso de que houve irresponsabilidade, inconsequência, falta de transparência, ou será que tem gente despreparada, sem honestidade intelectual, querendo falsificar a verdade fiscal do país? É uma pergunta. Eu não tenho a resposta. Quem vai dar a resposta são os senhores. Nós fizemos o que podíamos. Agora, interpretem os fatos”.

O ministro apontou: “Dizem que o Governo Federal tirou recursos de estados e municípios. É mentira. Não se sustenta pelos fatos. O método científico se baseia justamente em descartar hipóteses falsas com evidências empíricas. Não podemos cair em um negacionismo. Olhem os dados. Se dizem que destruíram finanças de estados e municípios, é negacionismo, é mentira (...). Estamos arruinando a estrutura fiscal do país ou aperfeiçoando? ‘Ah, mas eles violaram o teto’. Teto mal construído. Sem chaminé. Se pega fogo, mor* todo mundo dentro de casa. Tem que ter uma abertura”.

Paulo Guedes fez um importante alerta sobre as propostas do novo governo para acabar com o teto de gastos e abrir mão da responsabilidade fiscal para aumentar os gastos do governo: “A Responsabilidade Fiscal é um compromisso com os contemporâneos para evitar a inflação. Se você fizer um financiamento inflacionário de uma irresponsabilidade fiscal, vem a inflação para os contemporâneos. Você pode trocar o endividamento inflacionário por um endividamento em bola de neve. Se você usa só a política monetária, o juro vai lá em cima, derruba a inflação, mas segue o endividamento em bola de neve. Você empurra o custo para as futuras gerações. Aumenta o endividamento de nossos filhos e netos”.

Nesta toada, o ministro agradeceu enfaticamente ao presidente Jair Bolsonaro pelo apoio para a efetivação das medidas por ele idealizadas: “Como pode alguém sério falar em herança maldita, destruição, alguém sério, preparado, vir com uma conversa dessa? (...). Tenho de agradecer o apoio decisivo do presidente Jair Bolsonaro. Ele chegava para mim e falava: ‘Agora, você tem a maioria. São 23 ministros, são 12 pedindo a sua cabeça’. Tenho de agradecer o apoio dele”.

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e pessoas que apenas têm um discurso diferente do imposto pelo cartel midiático vêm sendo perseguidos, em especial pelo Judiciário. Além dos inquéritos conduzidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, também o ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, criou seu próprio inquérito administrativo, e ordenou o confisco da renda de sites e canais conservadores, como Bárbara, do canal Te Atualizei, e a Folha Política. Toda a receita gerada pelo nosso jornal desde 1º de julho de 2021 está bloqueada por ordem do TSE, com aplauso dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Há mais de 17 meses, toda a renda do nosso trabalho vem sendo retida, sem qualquer previsão legal. 

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