segunda-feira, 19 de dezembro de 2022

Parlamentares cobram ação dos presidentes do Senado e da Câmara após decisão de Gilmar Mendes


Senadores e deputados, em exercício e eleitos, reagiram à decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que “atropelou” o Legislativo e impôs que gastos relativos ao Bolsa Família podem furar o teto de gastos. Os parlamentares cobram uma atitude dos presidentes das Casas Legislativas. 

O senador Eduardo Girão disse: “STF SEM LIMITES E CONGRESSO ANULADO POR ELES! Minha vó já dizia: “1º vai o dedo. Depois a mão, o braço…”A ditadura que o Brasil vive com “supremos” legislando, se metendo em nomeações da Presidência e livrando corruptos tem as digitais de um Senado omisso. Agora age ou entrega logo a chave! Paz & Bem”

O vice-presidente e senador eleito General Hamilton Mourão disse: “A decisão do Ministro Gilmar Mendes, excluindo o Bolsa Família do teto de gastos é mais uma clara interferência no equilíbrio entre os poderes, buscando reduzir a pressão da votação da PEC da transição ao mesmo tempo em que ignora qualquer preocupação com o equilíbrio fiscal”.

O deputado Paulo Eduardo Martins afirmou: 

“Em 2016, o Congresso Nacional aprovou a PEC do teto para disciplinar gastos públicos. Já em 2022, o CN discutia uma mudança nessa disciplina. UM ministro do STF decidiu a mudança no lugar do CN. O Congresso Nacional é irrelevante na República da Juristocracia.

O Congresso Nacional foi fechado. Não tem mais poder e nem função. A Câmara e o Senado foram reduzidos a meros cenários para congressista fazer vídeo de discurso. O Congresso é o "The Voice Política". Nada mais. 

Direção de Rodrigo Pacheco”.

O deputado Delegado Felício Laterça disse: “Se a canetada do Ministro Gilmar muda a regra da PEC dos Precatórios, ou retira o auxílio Brasil do teto de gastos, o fato é a clara usurpação de competência. Já podemos promover uma renúncia coletiva, Rodrigo Pacheco e Arthur Lira? A covardia do parlamento vai até aonde e quando?”

O deputado Filipe Barros comparou: “O STF fechou o Congresso Nacional, tal como na Venezuela. Um ministro mudar, via decisão judicial, o texto da constituição federal é ato antidemocrático e crime contra o estado de direito”.

O deputado General Girão disse: 

“Estamos numa encruzilhada sem volta. Ou reagimos ou seremos conhecidos como a Legislatura mais covarde que o Congresso Nacional já teve. Meu nome não fará parte desse grupo que está vendido dentro do Parlamento.

Poderá estar chegando uma “Manobra de Tempestades”. Vamos confiar em Deus e naqueles que nos lideram.

Como parlamentar, estou concitando os demais a reagirmos contra essas afrontas à CF. 

Vamos até o Presidente para sugerir que ele chame alguns de nós para buscar apoios também dentro do Congresso. Os Presidentes de Partidos, seus Deputados e Senadores leais. Mesmo que não consigamos a maioria, podemos incentivar para que ela chegue. Teremos “tempestades” como falou o Almirante Garnier, mas nada comparado ao que o Comuno/Socialismo poderá causar em nossa Pátria Amada.

Estamos num trecho do Vôo sem volta, prestes a enfrentar uma manobra de tempestades, um campo minado, talvez terremotos, raios e trovões sobre nosso território nacional, mas a coragem adquirida dentro das atividades das Casernas de cada uma das Forças Armadas vai nos levar a um Porto Seguro, a um céu de brigadeiro e a um solo sagrado, protegido e amado por todos.

De prontidão!”

O deputado estadual Gil Diniz questionou: 

“Quantos votos esse cidadão teve nas urnas? O Congresso Nacional foi fechado por esses senhores que estão acima de qualquer coisa.

Para eles, democracia é uma palavra sem sentido, ou, simplesmente coisa de burguês.

São revolucionários!”

Paulo Spencer Uebel, ex-secretário de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, disse: 

“Quando o STF, em decisão monocrática, toma decisão que, por natureza, deveria ser do Congresso Nacional, os mecanismos de representação popular são enfraquecidos.

Nossa democracia sai perdendo. O voto deixa de ter valor. Todos perdemos.

Você entende?”

O investidor Leandro Ruschel afirmou: “Próximo passo é o Supremo declarar inconstitucional o chamado "orçamento secreto" para deixar a liberação de emendas dos parlamentares nas mãos do ex-presidiário. Rodrigo Pacheco é o mais patético presidente do Congresso da história”. Ele acrescentou: “Como funciona a "democracia" brasileira: um senador de partido nanico e de extrema-esquerda legisla através de petições para o Supremo, que são prontamente atendidas. O mesmo senador usa o subterfúgio para perseguir seus opositores através de inquéritos inconstitucionais”.

Respondendo ao deputado petista Paulo Pimenta, que comemorava a decisão, o especialista em segurança pública Fabricio Rebelo disse: “Independentemente do mérito da matéria, um parlamentar comemorar a intervenção de outro Poder em uma discussão exclusiva do Congresso é uma vergonha. O Legislativo de hoje vale menos que vaca de presépio”.

O promotor Wesley Vaz apontou: “A culpa de o STF estar solapando atribuições do Legislativo é principalmente dos Srs. Lira e Pacheco. Ambos não tomam providências contra os desmandos dos ministros do STF. Lira engaveta CPIs e Pacheco engaveta pedidos de abertura de processo de impeachment. Onde vamos parar?”.

O deputado federal eleito Delegado Ramagem afirmou: “Grave atropelo das atribuições de outro Poder. Não é o primeiro, não será o último. Administram no lugar do Executivo, legislam no lugar do Legislativo. A Constituição não é mais a lei maior, não possui força normativa. Sem o restabelecimento da ordem, o Brasil acabou”.

O deputado Carlos Jordy fez uma transmissão ao vivo para comentar a decisão, que classificou como “um insulto ao Congresso Nacional, uma total usurpação de competências, uma total afronta à separação dos poderes”. O deputado apontou que essa usurpação de poderes decorre da omissão continuada do presidente do Senado e do presidente da Câmara em defender o Legislativo, permitindo que o órgão seja humilhado. 

A ditadura da toga segue firme. O Brasil tem hoje presos políticos e jornais, parlamentares e influenciadores censurados. A Folha Política tem toda sua receita gerada desde 1º de julho de 2021 confiscada por uma ‘canetada’ do ministro Luis Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com o aplauso e o respaldo dos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Além disso, todas as receitas futuras do jornal obtidas por meio do Youtube estão previamente bloqueadas. Há mais de 17 meses, todos os rendimentos do jornal estão sendo retidos sem justificativa jurídica. 

Anteriormente, a Folha Política teve sua sede invadida e TODOS os seus equipamentos apreendidos, a mando do ministro Alexandre de Moraes. Mesmo assim, a equipe continuou trabalhando como sempre, de domingo a domingo, dia ou noite, para trazer informação sobre os três poderes e romper a espiral do silêncio imposta pela velha imprensa, levando informação de qualidade para todos os cidadãos e defendendo os valores, as pessoas e os fatos excluídos pelo mainstream, como o conservadorismo e as propostas de cidadãos e políticos de direita.

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