sábado, 3 de dezembro de 2022

Policial Federal, deputado Sanderson se exalta e conclama reação de deputados a Moraes e Barroso: ‘Onde é que nós estamos?’


No decorrer de audiência pública realizada no Senado Federal com vistas a debater exorbitâncias, excessos e ilegalidades de Alexandre de Moraes, do STF e do TSE, o deputado Sanderson, policial federal, fez severas críticas não apenas a atos arbitrários e inconstitucionais de Moraes, mas também ao ministro Luís Roberto Barroso, tendo em vista a desrespeitosa resposta por ele concedida a um cidadão que o questionou educadamente.

Sanderson asseverou: “Então, quando nós vemos aí abusos... E não é só o desse Ministro Alexandre de Moraes! Há o Barroso, Luís Roberto Barroso! Luís Roberto Barroso é jocoso, um ministro que brinca de ser magistrado, asqueroso! Aquele mesmo ministro – digo que não é só o Alexandre de Moraes –, o Sr. Barroso, diz "perdeu, mané". Isso é palavra de vagabundo! Eu tenho 25 anos de Polícia Federal, já enfrentei trafic* no ti**, enfrentei corruptos, prendendo Deputados Federais, prendendo Senadores da República, prendendo Prefeitos e Governadores. Então, agora, nós vamos aqui, neste Congresso, nos acovardar para um Barroso da vida, que usa palavra de bandido? Mas onde é que nós estamos?”.

Dessa maneira, o parlamentar manifestou apoio a uma CPMI para investigar tais ilegalidades e quebras de decoro: “Temos aí um pedido de CPI na Câmara, mas vamos trabalhar na próxima legislatura para que uma CPI mista, uma Comissão Parlamentar de Inquérito mista, com Senadores e Deputados Federais... Eu, em 2019, tive a honra de ser Vice-Presidente da CPI do BNDES, e ali indiciamos toda aquela catrefa de PT e seus puxadinhos – que não é só o PT: ali tinha PT e uma meia dúzia de partidos que se locupletaram no Brasil e ruíram a Petrobras e, no caso do BNDES, ruíram o Tesouro Nacional. E uma CPI mista tem ainda mais capacidade de investigar, quebrar sigilos, e vamos ver toda essa bandalha que está debaixo do tapete, que se esconde muitas vezes no STF, mas que outras vezes se esconde aqui dentro do Parlamento”.

No ensejo, o congressista repudiou PEC pautada pelo Governo de Transição de Lula: “Chegou agora essa PEC da desgraça aqui no Senado, que é uma PEC bandida. Nós já adiantamos que vamos votar contra lá na Câmara. Pode ser um bi, pode ser um real, votaremos contra, porque é uma PEC bandida, que tem o único interesse de restabelecer o mecanismo do bandido que criou essa bandalha toda de PT, Lula e sua camarilha”.

O deputado federal indignou-se, ademais, com a postura indiferente de ministros da Suprema Corte diante do Parlamento, o qual, em sua concepção, em um sistema democrático, deveria ter proeminência sobre funcionários públicos que não foram eleitos: “Então, serve para quê a Câmara dos Deputados? Para que serve a Câmara Federal se não tem poder de requisitar um mero juiz? É um mero juiz! Por que eu digo "mero"? Porque ele é um funcionário público, e nem mandato constituído por voto ele tem! Vereadores têm mandato erigido, são eleitos pela população; Deputados Estaduais, a mesma coisa; Deputados Federais também e Senadores também, mas magistrados – e eu respeito absolutamente a condição de magistrado; é uma carreira belíssima, que tem uma função social extraordinária – não falam em nome da população de um país! E, como em toda democracia mundo afora todo poder emana do povo, o Parlamento passa a ser, sim... É só estudar minimamente Direito Constitucional Comparado para ver que os Parlamentos são o Poder mais proeminente. O Poder proeminente nas democracias é o Parlamento”.

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