domingo, 11 de dezembro de 2022

Policial Federal, deputado Sanderson desmoraliza Lula e aponta ‘esquema’ do ‘mecanismo’ para perseguir cidadãos


Em pronunciamento no plenário da Câmara dos Deputados, o deputado federal Sanderson, membro da Polícia Federal, desmoralizou Lula e petistas ao rememorar casos de corrupção de seu governo. O congressista enfatizou como o STF, segmentos do setor privado e também as Casas Legislativas atuam com vistas a proteger um “mecanismo” de corrupção e violação das leis, perseguindo críticos e cidadãos que não se coadunam com tais práticas.

O parlamentar salientou: “Há um sistema, um mecanismo bandido que faz de tudo para que o mal perdure. Não é fácil enfrentar o sistema. Não é fácil enfrentar o sistema, o mecanismo. O mecanismo cerca aqueles que ousam enfrentar o sistema. De todas as maneiras. Esse mecanismo muitas vezes se apresenta como STF, muitas vezes como Câmara dos Deputados, como Senado Federal, como imprensa. Outras vezes, segmentos da iniciativa privada, da iniciativa pública. Temos de ter disposição para enfrentar”

Nesta toada, Sanderson ressaltou a desmoralização decorrente de Lula na Presidência da República: “O Brasil quebrou um paradigma negativo com a Lava Jato. Passei 25 anos na Polícia Federal, órgão de Estado, principal operador no combate à corrupção no Brasil (...). Hoje, não temos muito a comemorar. Houve um retrocesso. O Parlamento poderia ter feito muitas coisas e não fez. O foro privilegiado talvez seja um dos principais incentivadores da corrupção. Tem que acabar no Brasil. Prisão após segunda instância. Países mundo afora já possibilitam a prisão após a primeira instância. Aqui, entre aspas, só após a quarta instância. Temos um presidente para assumir agora, em primeiro de janeiro, que era para estar preso. Foi condenado em ações autônomas, foi para o Tribunal, condenado, pena ampliada. E esse sujeito quer vir comandar o Brasil. Um escárnio, um verdadeiro vexame que os brasileiros terão de enfrentar: um corrupto comandando o Palácio do Planalto”.

Dessa forma, ele complementou mencionando um caso recente: “Mais de 60 pessoas nessa equipe de transição investigadas, indiciadas por corrupção. Vamos comemorar o quê? Presidente, possíveis ministros e secretários envolvidos diretamente em corrupção. Ninguém quer investir em um país em que o presidente meses atrás estava preso por ser corrupto. Agora, apresentei à PGR mais uma relação espúria. Um empresário que pagou uma delação premiada de R$400 milhões, DARF recolhida, só está solto por isso, esse sujeito emprestou para o tal Lula um jatinho e foram ambos para o Egito em um jatinho. É óbvio que qualquer investigador, com um dia de trabalho, vai ver ali que tem rolo”.

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