segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Aliado de Bolsonaro, deputado Cherini contesta bravatas de Lula e declarações absurdas de petistas: ‘Eles vão se lambuzar’


Em transmissão ao vivo pelas redes sociais, o deputado Giovani Cherini ironizou as primeiras semanas do governo Lula e lamentou a situação. Ele disse: “não preciso dizer para vocês o que está acontecendo no Brasil né? Eles vão se lambuzar. Estão, já, fazendo isso”.

O deputado mencionou as bravatas de retirar a independência do Banco Central e de retroceder na legislação trabalhista, ignorando as mudanças que foram aprovadas pelo Congresso após debates entre os representantes do povo. Cherini disse: “Comentários absurdos de que o Banco Central ser independente é uma coisa errada. Sabe por quê? Porque eles queriam meter a mão na poupança da população”. O deputado disse acreditar que o Congresso impedirá os abusos do governo Lula. 

Cherini fez uma reflexão sobre a situação de censura generalizada enfrentada no país. Ele disse: “não vou aprofundar mais essas conversas porque, infelizmente, as nossas redes sociais estão todas sendo vigiadas, tudo está sendo monitorado, porque o que eles querem é pegar a direita no Brasil”.

O deputado afirmou acreditar que “o mal não perdura para sempre”. Cherini disse: “Eu sou do bem, eu sou da paz, eu sou contra o radicalismo, tanto de esquerda quanto de direita, eu sempre acho que o centro é o melhor jeito da gente resolver as coisas, e eu vou continuar. E eu sempre disse aqui: sou contra ditadura, tanto de toga, quanto ditadura de verde. Sou contra a ditadura. Sou a favor da democracia, mas a democracia que dá liberdade para as pessoas poderem falar, poderem dizer”. 

A crescente perseguição a um espectro político mostra que, há tempos, os cidadãos não vivem em uma democracia. Para um grupo de pessoas e empresas, a tirania ganha contornos de implacável perseguição política e ideológica, e esse grupo “marcado” vem sendo perseguido com medidas arbitrárias, como prisões políticas, buscas e apreensões, censura, bloqueio de redes sociais e confiscos, tudo sem direito de defesa nem acesso ao devido processo legal. 

A Folha Política, que já teve todos os seus equipamentos apreendidos a mando de Alexandre de Moraes, atualmente tem toda a sua renda confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, em decisão aplaudida pelos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Segundo a velha imprensa, que participa ativamente dos inquéritos, a intenção é impedir o funcionamento da empresa, privando-a de sua fonte de renda. Há mais de 18 meses, todos os rendimentos de jornais, sites e canais conservadores vêm sendo retidos sem qualquer previsão legal. 

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