quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Bia Kicis questiona tratamento dispensado a Flávio Dino: ‘o ministro certamente terá que vir aqui ao Congresso para responder’


A deputada federal Bia Kicis, em vídeo publicado pelas redes sociais, questionou o tratamento diferenciado concedido ao ministro da justiça de Lula, Flávio Dino, que não está sendo sequer questionado pelo judiciário e pela velha imprensa, embora fosse o responsável pela segurança em Brasília e tivesse conhecimento prévio da possibilidade de incidentes. 

A deputada apontou: “o governador do DF foi afastado sumariamente, o comandante da PM está preso, o secretário de segurança pública foi exonerado e está com ordem de prisão. Ou seja: está havendo uma reprimenda e uma punição firme para todos esses atores que eu citei. Mas e o ministro da Justiça, Flávio Dino? Por que nada acontece com ele? Por que ele continua no cargo? Não renuncia? Não é afastado?”

Bia Kicis explicou: “ele é o responsável pela segurança, pelas forças de segurança. Ele é o ministro da Justiça. E ele foi informado previamente que existia o risco de invasão aos prédios dos três poderes”. A deputada apontou que a própria Folha de São Paulo, veículo da velha imprensa alinhado com o governo, relatou que quase 50 órgãos do governo foram informados com antecedência sobre o risco iminente de invasão dos prédios. 


A deputada perguntou: “por que o ministro da Justiça continua pairando incólume?”. Ela acrescentou: “pau que dá em Chico, dá em Francisco. O ministro da Justiça precisa responder”. Ela explicou que uma CPI será instaurada e disse: “queremos saber de quem são essas responsabilidades. E o ministro certamente terá que vir aqui ao Congresso para responder. Nós queremos saber”. 

No Brasil atual, a liberdade de manifestação não é reconhecida de forma igual para todos. As manifestações promovidas por partidos de esquerda, sindicatos e coletivos, divulgadas pela velha imprensa e por sites e canais de internet, não estão sujeitas a qualquer investigação sobre seu financiamento ou qualquer questionamento sobre se as ideias que defendem seriam “democráticas” ou “antidemocráticas”. Mesmo quando há cartazes pedindo ditadura, depredação de patrimônio público e privado, ou agressões a políticos e cidadãos, nada disso é considerado um “ato antidemocrático” quando o “ato” é da esquerda.

Nos dois últimos dias 7 de setembro, milhões de pessoas foram às ruas para pedir liberdade e respeito à Constituição, incluindo a liberdade de expressão, a liberdade de culto, a liberdade de ir e vir, entre outras. Essas manifestações pacíficas tornam-se alvo de inquéritos sigilosos, alimentados por “notícias” da velha imprensa, nos quais manifestantes e jornalistas que cobrem as manifestações são perseguidos, presos, censurados, e têm seus bens apreendidos. 

A renda da Folha Política está sendo confiscada a mando do ministro Luís Felipe Salomão, ex-corregedor do TSE, com respaldo e apoio de Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. A decisão confisca, de forma indiscriminada, todas as receitas advindas do Youtube, indicando claramente que a intenção não é a de excluir conteúdos específicos, mas sim de calar o canal e eliminar o jornal. Há 18 meses, toda a nossa renda é retida sem base legal. 

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