quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

Cabo Gilberto confronta Estado de Exceção imposto por Moraes, visita cidadãos presos em Brasília e contesta narrativas da mídia


O deputado Gilberto Silva divulgou um vídeo gravado logo após uma visita aos cidadãos que foram presos em massa em Brasília, por estarem em acampamentos de manifestantes. O deputado enfatizou que a grande maioria dos presos não teve participação nos atos de vandalismo do dia 8 de janeiro, e agradeceu aos advogados que participam de mutirões para prestar assistência aos cidadãos. Gilberto Silva disse: “infelizmente, o devido processo legal não foi respeitado”. 

Ao divulgar o vídeo, o deputado disse: 

“Visitamos todas as unidades prisionais onde foram presos várias pessoas, que estavam na frente do QG do exército em Brasília.

Verificamos as condições dos presos homens e mulheres da Paraíba e de todo o Brasil.

Agradecer em especial os advogados que acompanharam do primeiro dia até aqui.

Dr Ricardo

Dr Professor João @profjoao.alberto

Dr Luan

Os verdadeiros criminosos precisam pagar pelo que fizeram, conforme determina a legislação. Contudo, lamentável, a grande maioria das pessoas que estão presas, não participaram do ato de vandalismo.

Desta forma, é preciso individualizar a conduta de cada pessoa, para que só assim, seja apurada a responsabilidade.

A grande maioria dos presos sequer estavam na praça dos três poderes. Desta forma, as prisões da forma como aconteceram, violou diretamente o Princípio da Presunção da Inocência, consagrado na Constituição Federal.

Visitamos a Colmeia, o Batalhão da Polícia Militar e finalizamos na Papuda.

Precisam ser postas em liberdade o quanto antes todos os inocentes.

O ordenamento jurídico brasileiro precisa ser respeitado”.

A Constituição Federal determina, em seu art. 5º, inciso LIV, que “ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal”. No entanto, a Constituição já não vem sendo respeitada há um bom tempo no Brasil, em especial por parte de ministros das cortes superiores, sob o olhar complacente dos senadores que nada fazem para impedir excessos, embora sejam os responsáveis pelo controle dos atos desses ministros. O ex-corregedor do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Felipe Salomão, mandou confiscar, em decisão monocrática em inquérito administrativo, a renda de canais e sites conservadores, como de Bárbara, do canal Te Atualizei, e da Folha Política. 

A decisão do ministro, que recebeu o respaldo e o apoio de Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e Edson Fachin, confisca toda a renda dos canais, sem qualquer distinção segundo o tipo de conteúdo, o tema, a época de publicação ou qualquer outro critério. Há mais de 18 meses, toda a renda do nosso trabalho é retida sem qualquer justificativa jurídica.

Se você apoia o trabalho da Folha Política e pode nos ajudar a manter o jornal funcionando, doe através do QR Code que aparece na tela, ou utilizando o código Pix ajude@folhapolitica.org. Caso não use Pix, a conta da empresa Raposo Fernandes está disponível na descrição deste vídeo e no comentário fixado no topo. Há 10 anos, a Folha Política vem enfrentando a espiral do silêncio imposta pelo cartel de mídia que quer o monopólio da informação. Pix: ajude@folhapolitica.org


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